Hinchcliffe lembra de Greg Moore e acha cedo para pensar em título

Vencedor de duas corridas em 2013, canadense ainda não se vê na briga pelo título, mas espera que coisas se acertem

Hinchcliffe lidera a volta que importa: A última

Vencer do Brasil e em São Petesburgo foi ótimo para a campanha do canadense James Hinchcliffe. O piloto da Andretti vem tendo uma boa temporada, no entanto, acidentes em Barber e Long Beach o fazem, mesmo com o maior número de vitórias, ser o quarto no campeonato.

“Ainda temos muitas corridas para o fim e antes tivemos dois abandonos, isso realmente machuca sua pontuação”, reconheceu no Anhembi.

“Tomara que isso esteja atrás de nós agora e consigamos uma boa sequência.”

No ano passado, Hinchcliffe se classificou em segundo para a Indy 500 com as luvas de Greg Moore, ex-piloto da Indy morto em um acidente em Fontana em 1999. James lembrou do piloto após vencer em São Paulo.

“Significa muito para mim. Greg Moore era meu herói quando cresci. Quando vim para a Indy, a maior pressão que botei em mim era manter a reputação que o Canadá tinha de ter bons pilotos aqui.”

“E conseguir fazer isso agora. Estar neste nível, significa muito. Estou muito feliz e muito orgulhoso. Fiquei muito feliz em saber que o último canadense a vencer no Brasil foi Greg Moore em 1998. Conseguir vencer aqui foi muito especial para mim”, lembrou.

O piloto da Andretti também lembrou de Ayrton Senna, a quem considerou um de seus heróis.

“Acho que todos os pilotos têm um grande respeito por Ayrton Senna. É estranho, eu era muito pequeno quando ele morreu, mas é uma das primeiras lembranças que tenho. Porque foi uma grande notícia, até mesmo no Canadá. Era muito jovem, mas via coisas nos jornais.

“Não sabia quem era ele direito, mas vendo fotos, vídeos e corridas o conheci depois. Acho que temos poucos pilotos que não têm Ayrton no seu Top 3.”

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