Para brasileiros, Circuito do Anhembi serve de exemplo para os EUA

Helinho, Tony e Bia elogiam estrutura da pista paulistana e dizem que americanos poderiam se espelhar nela

Ao contrário do que ocorre na F1, onde os autódromos estão cada vez mais modernos e padronizados, a F-Indy ainda preserva muitos circuitos que lembram pistas dos anos 70 e 80, a maioria deles, de rua. Dentro deste cenário, a atual estrutura do Circuito do Anhembi tem agradado e muito os pilotos. Pelo menos é o que garantem os brasileiros que participarão da etapa deste domingo.

“Como presidente da associação dos pilotos, sempre digo que este autódromo é um exemplo para muitas das pistas de rua dos EUA. Até porque o asfalto daqui é testado diariamente por milhares de veículos”, disse Tony Kanaan em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira no Anhembi.

“Não existe circuito de rua liso, sem ondulações, mas a pista está muito boa. Esta prova tem sido muito bem feita”, acrescentou Bia Figueiredo.

O atual líder do campeonato, Helio Castroneves concorda com os colegas. “Os EUA têm que aprender com esta pista. A Fórmula Indy tem esta característica de correr em muitas provas de rua e em alguns circuitos com mais ondulações, então nós nos acostumamos. Mas é claro que alguns lugares, como em Baltimore, que passamos por cima de um trilho, já é um pouco demais”, lembrou o piloto da Penske.

Para cair no gosto dos pilotos, o asfalto do circuito foi recapeado em 2010 e este ano algumas mudanças foram feitas no traçado. As zebras das curvas 1 e 2 foram recuadas e, com isso, há agora mais espaço para ultrapassar. O objetivo é que não ocorram “engarrafamentos” como no ano passado. “É uma mudança boa principalmente para a hora das largadas e relargadas, pois tivemos alguns problemas em relação a isso no ano passado”, observou Helinho.

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