Após prisão de chefe, Forward pode perder apoio da Yamaha

Em momento difícil para time com sede na Suíça, chefe da Yamaha coloca dúvidas sobre renovação da parceria

Depois de ser forçada a não correr em Indianápolis, voltando às pistas apenas no último domingo no GP da República Tcheca, a Forward pode ter problemas para renovar seu contrato de fornecimento de motores com a Yamaha. O time perdeu todos os seus patrocinadores e vem tendo problemas para sobreviver após a prisão de seu proprietário, Giovanni Cuzari, por lavagem de dinheiro.

O time tem um acordo de dois anos e conversava com a Yamaha para estender o contrato para uma terceira temporada, quando as negociações foram suspensas pela prisão de Cuzari na Suíça no mês passado.

Embora o Motorsport.com possa afirmar que as negociações continuem acontecendo, o diretor-gerente da Yamaha, Lin Jarvis, colocou dúvidas sobre a possibilidade de um acordo ainda ser finalizado.

"Vamos trabalhar para ajudar a equipe a terminar o campeonato, mas, considerando a situação atual, é claro que não podemos nos comprometer para o futuro", disse Jarvis ao site italiano GPOne.com.

"O problema é a janela de tempo. Ela já passou para que iniciássemos a produção de peças no Japão. Nós já perdemos o prazo. "

Pode-se afirmar também que a Forward Racing vai participar das próximas duas corridas da MotoGP, em Silverstone e em Misano. A presença da equipe em Aragón também é altamente provável.

No entanto, há dúvidas que a equipe com sede na Suíça seja capaz de reunir os fundos necessários para ir às corridas no oriente no mês de outubro - no Japão, na Austrália e na Malásia.

Mesmo com os problemas, o time conseguiu colocar o francês Loris Baz em 15º em Brno, como primeira moto da subcategoria Open.

Reportagem adicional por Léna Buffa

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Sobre este artigo
Categorias MotoGP
Pilotos Claudio Corti , Loris Baz
Equipes Athina Forward Racing
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