Mesmo com convite do WEC em 2013, Pizzonia preferiu Stock

Vencedor da primeira etapa do campeonato de 2013 pela LMP2, amazonense diz ter optado por proposta melhor no Brasil

Atualmente piloto da Prati-Donaduzzi na Stock Car, Antonio Pizzonia afirma que negou convites do Mundial de Endurance para correr no Brasil. Vencedor de duas corridas no ano passado pela categoria nacional, Pizzonia disputou a LMP2 no início da temporada de 2013 - a segunda da curta história do WEC.

Ele participou das duas primeiras corridas no protótipo #25 da Delta-ADR. Em Silverstone, ao lado do britânico James Walker e do tailandês Tor Graves, ele se consagrou como o primeiro brasileiro a vencer em um protótipo no WEC. No entanto, isso não foi capaz de manter seu interesse no campeonato.

“Eu resolvi focar na Stock na época. Meu foco estava aqui no Brasil”, disse ao Motorsport.com.

“Tinha uma proposta financeiramente melhor aqui também, e isso acabou pesando. Tinha o desejo de continuar perto da minha família. Uma serie de fatores acabaram pesando.”

Mas Pizzonia não poupou elogios ao campeonato. “É um carro que me agradou bastante. É uma categoria muito legal, apesar de ser totalmente diferente do resto, que é totalmente individual.”

“Quando você parte para corridas mais longas, você esta trabalhando com outros pilotos. É um pouquinho mais complicado. É diferente. Eu acho que para esse tipo de carro eu tenho bastante chão para aprender.”

“O LMP2 é um carro leve e que a aerodinâmica funciona, muito rápido. Impossível comparar tempo com um Stock Car. É outro nível.”

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Categorias WEC
Pilotos Antonio Pizzonia
Tipo de artigo Entrevista