Saída da Peugeot é normal, diz diretor do Dakar

Etienne Lavigne, diretor do Dakar, assegurou que a decisão da Peugeot de deixar a competição depois de 2018 "não foi uma surpresa porque é o ritmo normal de um fabricante"

Com seu 3008 DKR, a Peugeot dominou as duas últimas edições do Rally Dakar, ganhando dois com Stéphane Peterhansel e terminando nas três primeiras posições em 2017.

No entanto, a 40ª edição da corrida mais difícil do mundo que começa no dia 6 de janeiro em Lima, no Peru, marcará a despedida da fabricante francesa do Dakar, conforme confirmado em outubro passado.

Para Etienne Lavigne, diretor do Dakar, a decisão da Peugeot de se afastar era algo completamente esperado.

"Não foi uma surpresa porque é um pouco o ritmo normal da vida de um construtor em uma competição", disse Lavigne ao Motorsport.com.

"Um construtor apresenta sua tecnologia, seu novo veículo, para mostrar que ele pode ganhar e quando ele ganha duas ou três vezes é hora de fazer outras coisas em outra disputa".

"Desta forma, conhecemos a Volkswagen, a Citroën, a Toyota, a Mitsubishi e agora a Peugeot, que é um pouco do ciclo de vida normal de um construtor".

Sobre as possibilidades do Dakar para seduzir outros construtores para se juntarem à corrida, Lavigne mostra confiança: "Eu acho que sim, é sempre uma decisão estratégica de um construtor vir a investir em uma competição como o Dakar", disse o francês.

Escreva um comentário
Mostrar comentários
Sobre este artigo
Categorias Dakar
Tipo de artigo Últimas notícias