Acerto do carro é a chave do quebra-cabeças de Spa, ensina Massa

Brasileiro explica que carro precisa de equilíbrio entre velocidade de reta e aderência nas curvas de alta

O circuito de Spa-Francorchamps divide com Suzuka, no Japão, e Mônaco a preferência da grande maioria dos pilotos. Isso, mesmo que a antigamente desafiadora Eau Rouge seja hoje praticamente uma reta, tamanha a pressão aerodinâmica gerada pelos carros atuais.

“É uma pista sensacional”, define Felipe Massa. “É um prazer imenso guiar – era mais antigamente quando a Eau Rouge era uma curva, pois hoje não é mais. Mas é importante encontrar o melhor caminho para o acerto do carro.”

Mas não é qualquer um que vai bem em Spa. O brasileiro da Ferrari destaca a necessidade de achar um compromisso entre a velocidade nas retas do primeiro setor e na parte mista do restante da pista.

“Você tem de ter uma velocidade razoável na reta ao mesmo tempo em que tem uma boa aderência para outra parte importante, que é a partir da curva quatro até a entrada da última reta, que é uma parte em que o downforce conta.”

Outro fator é a chuva, que sempre aparece em algum momento do final de semana – e nem sempre na pista toda. Afinal, Spa é o traçado mais longo do campeonato, com 7km de extensão. “O clima também pode mudar de uma hora para a outra, então temos de ficar atentos a isso e tentar fazer tudo certinho para ter um bom final de semana.”

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