Aposentadoria de Webber esquenta a briga dentro da Toro Rosso

Em sua segunda temporada completa, Ricciardo e Vergne reconhecem que sua meta é a "promoção" para a Red Bull

A aposentadoria de Mark Webber ao final desta temporada coloca uma pressão extra para cima de dois pilotos: Daniel Ricciardo e Jean-Eric Vergne seriam os próximos na linha de sucessão da Red Bull e, em seu segundo ano completo pela Toro Rosso, precisam mostrar serviço para provar que podem seguir os passos de Sebastian Vettel, que saiu da equipe satélite para a principal em 2009.

Mas Vergne garante que não pensa na pressão. “Não quero pensar assim. Quero continuar meu trabalho na Toro Rosso e ver o que vai acontecer. Se você ficar pensando ‘será que eu vou para a Red Bull? Será que vou continuar na F-1?’ você perde seu foco e não é isso que eu quero. Adoraria correr pela Red Bull, que foi a equipe que me deu a oportunidade e que tem o melhor carro. Todos gostariam de correr para eles.”

Mas Ricciardo também está de olho na vaga. “Se eu tiver bons resultados, excedendo as possibilidades da equipe e do carro, não vejo porque não estarei em uma boa posição. Contando que eu consiga, acredito que tenho tudo nas minhas mãos. Este é o momento da temporada em que você começa a querer que as coisas funcionem melhor para você, mas seria assim de qualquer jeito. Agora só é um pouco mais real. No fundo, não muda nada.”

O australiano reconhece que ainda tem pontos em que precisa melhorar. “Nesta temporada, por muitas vezes tomamos caminhos diferentes e, com a evolução da pista, não deu certo. Acho que precisamos melhorar nessa questão de tomada de decisões, que não foi a ideal. Também preciso me adaptar melhor às situações. Tomara que tenhamos resultados mais.”

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