Brawn: Antigo logo da F1 “não é icônico nem memorável”

Diretor esportivo da Fórmula 1, Ross Brawn justifica mudança do logo feita pela Liberty Media após última corrida do ano

Após muita frustração entre os fãs da Fórmula 1 após a mudança do logo do campeonato mundial, a Liberty Media se defendeu . Revelado após o pódio em Abu Dhabi no último domingo, o logo não foi visto com bons olhos.

Mas Ross Brawn, diretor-gerente de automobilismo da F1, diz que alterar o logotipo da categoria era essencial.

"Nos últimos dias, a questão era se o logotipo é realmente uma grande prioridade. E a resposta é sim", afirmou Brawn, em um boletim informativo regular publicado pelos chefes da F1.

"Além dos aspectos comerciais, o novo logo é muito mais flexível em termos de uso, especialmente quando se trata de sua aplicação em merchandisings e no mundo digital. Tem impacto. O logotipo antigo não era icônico ou memorável.”

"É importante fazer os fãs da Fórmula 1 perceberem que estamos entrando em uma nova era. Nosso esporte está mudando e deve olhar para o futuro fora de seu próprio ambiente se quiser atrair novos fãs, especialmente os jovens.”

"Acreditamos que este logotipo exemplifica o desejo. Em um mundo onde a comunicação visual é cada vez mais importante, também devemos seguir nesse sentido".

Empolgação com eSports

Parte do esforço da Liberty para atrair uma nova audiência mais nova para a F1 provou ser um grande sucesso no fim de semana, com o campeonato mundial da eSports da F1 ocorrendo paralelamente à última prova da temporada.

O fato de o título ter sido conquistado com uma manobra na última volta da corrida foi um impulso ao evento, e Brawn sugere que gostaria de ver o mesmo na F1.

"Na noite de sábado, havia muitas pessoas no paddock, incluindo pilotos e engenheiros. Todos acompanharam a final nos telões e claramente acharam emocionante, especialmente a última manobra de (Brendon) Leigh, que o fez ganhar o título", disse ele.

"O quão bom teria sido ver algo assim na pista de verdade. Manobras como essa às vezes acontecem na realidade, como estou pensando na final de 2008, no Brasil. Mas não seria bom ver isso acontecer com mais frequência?"

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