Chefe da F1 abre possibilidade para volta do GP da Índia

Chase Carey diz que gostaria de retorno de corrida, enfatizando a importância do mercado do sudeste asiático

A Índia hospedou três GPs de F1 entre 2011 e 2013, antes que obstáculos burocráticos e fiscais forçassem a categoria a sair do país.

Enquanto os problemas financeiros dos organizadores Jaypee Group pioraram nos últimos anos, com uma das empresas do conglomerado sendo declarada insolvente pelo governo, Chase Carey, chefe da F1, diz que continua avaliando o retorno.

"A Índia é um país que certamente tem um grande potencial e, à medida que avançamos, continuaremos estudando", disse Carey à agência de notícias indiana PTI.

"Até agora não tivemos a chance de nos envolver em profundidade."

"O nosso foco, a partir de hoje, é garantir que as 21 corridas do próximo ano sejam tudo que possa ser."

"Mas há lugares ao redor do mundo que nos apresentam grandes oportunidades e, certamente, um país como a Índia, com o sucesso e o crescimento que teve nos últimos anos, torna uma oportunidade emocionante."

Mais de 40 novos locais mostraram interesse em hospedar uma corrida de F1, de acordo com os líderes da categoria, enquanto o calendário de 2018 já conta com 21 provas.

Carey está interessado em expandir o esporte para mercados na Ásia e na América.

"Temos interesse de muitos países ao redor do mundo. Estamos completos no momento, mas a Ásia é extremamente importante."

"Conversamos sobre a oportunidade de desenvolver o esporte na Ásia e nas Américas. É verdadeiramente uma oportunidade única para nós alcançarmos novos fãs ao redor do mundo", disse Carey.

O retorno do GP da Índia é ainda mais complicado por questões fiscais anteriores, com a Suprema Corte do país ordenando que a F1 pague US$ 15,45 milhões (aproximadamente R$ 48 milhões) em impostos acumulados no início deste mês.

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