Chefe da Haas: presença de Giovinazzi “não era positiva”

Gunther Steiner diz que participações do protegido da Ferrari causaram certo desconforto em seus titulares

O chefe da equipe Haas, Gunther Steiner, revelou que as participações de Antonio Giovinazzi durante a temporada de 2017 da F1 não foram positivas, já que sua presença no time causava desconforto em seus pilotos titulares.

O piloto italiano é cria da Ferrari, parceira técnica da Haas, e participou de sete treinos livres de sexta-feira no lugar de Romain Grosjean ou Kevin Magnussen.  Segundo Steiner, a situação provocou certo incômodo, de modo que ele ainda não sabe se o piloto terá algum tipo de papel no time em 2018.

“Eu não acho que isso nos ajudou ou ajudou nossos pilotos. Não posso dizer o quão negativo foi, mas não foi positivo. Veremos o que faremos no próximo ano, mas ainda não falamos disso”, comentou Steiner, em entrevista ao jornal dinamarquês Ekstra Bladet.

Segundo o dirigente, a Ferrari perguntou se não haveria uma vaga de titular para Giovinazzi em 2018, o que foi recusado pela equipe americana. “Eles perguntaram, mas, se você não pergunta, não tem o que quer. Eles não nos pressionaram. Esclarecemos rapidamente que temos dois pilotos para o próximo ano [Grosjean e Magnussen]. Foi algo bem simples”, disse.

A Ferrari ainda busca uma posição para Giovinazzi na F1, já que ele também não conseguiu a vaga de titular que procurava na Sauber – o time suíço terá Charles Leclerc e Marcus Ericsson.

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