Chefe de Hockenheim considera risco da Alemanha ficar sem GP

Após ficar sem um GP pela primeira vez desde 1960, Alemanha pode voltar a ficar fora se evento de 2016 não for sucesso

A FIA anunciou na semana passada o calendário provisório para a próxima temporada, figurando o GP da Alemanha, que estaria de volta após não ser realizado neste ano.

No entanto, embora a adição tenha sido bem recebida pelos que criticam a F1, pelo fato de estar cada vez mais perdendo corridas clássicas, o chefe de Hockenheim, Georg Seiler, disse que a menos que o evento do próximo ano seja um sucesso, a prova deixará de ser realizada em 2017.

"Precisamos de casa cheia no próximo ano para que a Fórmula 1 tenha um futuro", falou Seiler à agência de notícias alemã DPA.

"Temos de dizer aos fãs: 'venham para a corrida do próximo ano e garantam o futuro da F1 em Hockenheim'."

Ainda assim, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, é otimista sobre o futuro da corrida.

Interesse dos fãs

Embora o GP da Alemanha deste ano tenha sido cancelado após Hockenheim não ter conseguido pagar a taxa obrigatória a Bernie Ecclestone, Seiler é "muito otimista" para 2016, dizendo que o interesse pelo evento será alto.

No entanto, ele lamenta o fato de que o prova não tenha obtido o aporte financeiro necessário do governo local e nacional.

"É muito triste, porque F1 é um campeonato global. Para outros países, é parte de sua promoção turística, o dinheiro vem de outras áreas e podem fazer as corridas sem problemas."

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