Chefe da Haas defende Magnussen de críticas de antigos times

Steiner afirmou que não entende a origem das avaliações ruins que McLaren e Renault fizeram a respeito do piloto dinamarquês

O chefe da Haas, Guenther Steiner, afirmou que não concorda com as críticas feitas a Kevin Magnussen a respeito de sua dedicação e postura de trabalho.

Magnussen deixou a Renault no fim de 2016 após somente uma temporada, o que fez com que Cyril Abiteboul, chefe esportivo do time, dissesse que o dinamarquês não apresenta disciplina e comprometimento.

Fontes na Renault e na McLaren, equipe para qual Magnussen correu em 2014, também questionaram sua postura, embora o piloto afirme que nenhuma de suas antigas equipes tenham mostrado insatisfação nesse sentido.

Steiner afirmou que, na primeira metade de 2017, não viu nada que justificasse as críticas sofridas por Magnussen.

“Não sei de onde isso vem, porque não foi o que eu tive como experiência. Kevin agora tem um treinador consigo, um cara ótimo que o ajuda em todos os aspectos da vida”, disse Steiner ao Motorsport.com.

“Eu não conhecia Kevin há três anos, portanto não posso dizer, mas nunca vi falta de esforço ou algo do tipo nele.”

“Ele é diferente. Como personalidade ele é mais introvertido, mas não quero mudar as personalidades das pessoas. Essa é a sua personalidade. Ele faz seu trabalho. Ele é o cara que é todo extrovertido? Não. Mas tudo bem.”

“Contanto que ele faça seu trabalho e seja bom para a equipe, sua avaliação será boa”, concluiu.  

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