Com carros "verdes", até as nanicas estão de olho nos pontos

Times buscam lucrar com quebras nas primeiras provas: Marussia visa estreia no top 10 e Force India, no pódio

A falta de quilometragem dos novos carros e a sequência de problemas por que várias equipes passaram na pré-temporada são um incentivo a mais para os times médios e até fonte de esperança para as nanicas Caterham e Marussia, que iniciam sua quinta temporada na Fórmula 1 ainda em busca de seu primeiro ponto na categoria.

Talvez o grande exemplo histórico disso é o GP da Austrália, também de abertura da temporada, de 2002, quando Mark Webber, então de Minardi, foi o quinto colocado – penúltimo entre os seis que cruzaram a linha de chegada.

Animado para fazer sua estreia com o motor Ferrari, que se mostrou mais confiável que o Renault da rival Caterham, o chefe da Marussia, John Booth, está de olho nos prováveis abandonos para beliscar ao menos uma décima posição, hoje em dia o suficiente para pontuar. “As primeiras provas são aquelas em que as oportunidades aparecem, então vamos tentar nos assegurar que estaremos preparados para qualquer eventualidade.”

Na Force India, a busca é pelo primeiro pódio. O time, um dos quatro equipados com o motor Mercedes, que se mostrou o melhor na pré-temporada, tem motivos para estar otimista com a estreia da dupla de pilotos formada por Sergio Perez e Nico Hulkenberg.

“Os testes tiveram seus altos e baixos, como sempre”, lembra o mexicano. “Mas terminamos o último teste no Bahrein em uma boa posição. Ainda há áreas em que podemos melhorar, mas acho que começamos bem e podemos construir em cima disso”. Na última bateria de atividades de pista no Oriente Médio, Perez liderou por dois dias consecutivos.

O GP da Austrália, que abre a temporada, tem seus primeiros treinos livres na próxima sexta-feira.

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