Como equipe, Renault vai abrir a carteira em 2016

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Como equipe, Renault vai abrir a carteira em 2016
Jonathan Noble
Por: Jonathan Noble
25 de nov de 2015 17:00

Voltando a ser um time, fabricante francesa terá orçamento alavancado por conta de novas instalações

Renault logo no caminhão
Cyril Abiteboul, Renault Sport F1 Managing Director
Scuderia Toro Rosso STR10
Renault Sport F1 employee
Pastor Maldonado, Lotus F1 E23 passa por uma propaganda da Renault
Cyril Abiteboul, Renault Sport F1 com Dr Helmut Marko, Red Bull Motorsport
Cyril Abiteboul, Renault Sport F1
Romain Grosjean, Lotus F1 E23
Romain Grosjean, Lotus F1 E23

A Renault está prestes a voltar a ser uma equipe e o diretor Cyril Abiteboul revelou que haverá novos investimentos, com a chegada de equipamentos melhores em sua base em Viry-Chatillon.

"Se a decisão de Carlos Ghosn for positiva para a compra da Lotus, teremos um orçamento extra", disse Abiteboul. "Acho que nós sempre nos reservamos ao falar disso, mas esse acréscimo será substancial."

"Serão dois dígitos de percentual no aumento, em comparação com o que tínhamos antes, o que é muito bom."

"Nós também teremos um novo dinamômetro que deve chegar em janeiro, o que vai aumentar nossa capacidade de teste."

"Então estamos investindo maciçamente e estou confiante também."

Mudanças de gestão

Além das mudanças no departamentos técnico, Abiteboul deu a entender que o estilo de gestão também mudaria em 2016.

"Acho que somos hábeis, mas acredito que ainda falta ímpeto e liderança técnica", disse.

"Esta temporada é um exemplo de uma completa falta de disciplina na gestão do nosso programa técnico e sou uma parte disso também."

"Não estou dizendo que não é problema meu, porque eu sou uma parte dele também. Portanto, quando soubermos o que fazer, poderemos fazer mudanças profundas, o que poderá também envolver até minha posição."

Explicando: Abiteboul acredita que a Renault sofreu neste ano por não ter alguém focado exclusivamente na gestão de melhorias de desempenho na sede.

"É impossível pensar em estratégia, transação com a Lotus, formar um novo projeto de F1 e o trabalho habitual em nossa sede"

"Temos que pensar no que aconteceu e projetar o futuro. Estarei sempre interessado no que for melhor para o time."

"Parte do meu trabalho e parte do que faço na Renault é oferecer aquilo que eu acho que vai fazer a companhia ser campeã do mundo."

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