Os desafios de Austin: a prévia técnica do GP dos EUA

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Os desafios de Austin: a prévia técnica do GP dos EUA
19 de out de 2017 13:25

O Circuito das Américas chama a atenção por seu traçado versátil e subidas e descidas, o que causa dificuldades a mais para os pilotos da F1

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A F1 chega aos Estados Unidos para mais uma edição da corrida em Austin, que recebe a categoria desde 2012.

A F1 chega aos Estados Unidos para mais uma edição da corrida em Austin, que recebe a categoria desde 2012.
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Foto de: Haas F1 Team

A pista, mais uma projetada pelo arquiteto alemão Hermann Tilke, tem 5,513 km de extensão. Ela chama a atenção por seus trechos sinuosos, muitas subidas e descidas e curvas dos mais diversos tipos, sejam lentas ou velozes.

A pista, mais uma projetada pelo arquiteto alemão Hermann Tilke, tem 5,513 km de extensão. Ela chama a atenção por seus trechos sinuosos, muitas subidas e descidas e curvas dos mais diversos tipos, sejam lentas ou velozes.
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Foto de: Haas F1 Team

Um ponto famoso é a curva 1, feita após uma subida de 30 metros após a linha de chegada. Ela provoca cargas diferentes os pneus e dificuldades pro ter sua somada cega para os pilotos.

Um ponto famoso é a curva 1, feita após uma subida de 30 metros após a linha de chegada. Ela provoca cargas diferentes os pneus e dificuldades pro ter sua somada cega para os pilotos.
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Foto de: XPB Images

A prova terá 56 voltas de duração, o que totaliza uma distância de 308,4 km percorridos.

A prova terá 56 voltas de duração, o que totaliza uma distância de 308,4 km percorridos.
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Foto de: McLaren

Austin tem três trechos maiores de acelerador cravado, o que faz com que 59% da volta seja completado com pé embaixo. É uma exigência mediana aos motores.

Austin tem três trechos maiores de acelerador cravado, o que faz com que 59% da volta seja completado com pé embaixo. É uma exigência mediana aos motores.
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Foto de: XPB Images

Os freios também são exigidos de forma moderada. Há pontos de travagem mais forte, como nas curvas 1, 11, 12 e 15, mas, em outros locais, o freio é pouco desgastado.

Os freios também são exigidos de forma moderada. Há pontos de travagem mais forte, como nas curvas 1, 11, 12 e 15, mas, em outros locais, o freio é pouco desgastado.
6/9

Foto de: XPB Images

São duas zonas de DRS: uma na reta principal, antes da longa subida para a curva 1; outro entre as curvas 11 e 12, na maior reta do circuito (e onde muitas ultrapassagens são realizadas).

São duas zonas de DRS: uma na reta principal, antes da longa subida para a curva 1; outro entre as curvas 11 e 12, na maior reta do circuito (e onde muitas ultrapassagens são realizadas).
7/9

Foto de: XPB Images

Com tanta variação de velocidade, são feitas cerca de 66 mudanças de marcha por volta. Olho no câmbio!

Com tanta variação de velocidade, são feitas cerca de 66 mudanças de marcha por volta. Olho no câmbio!
8/9

Foto de: McLaren

Mesmo com curvas rápidas e potencial calor, a Pirelli levará sua combinação mais agressiva a Austin: pneus ultramacios, supermacios e macios. Em tese, uma estratégia de duas paradas parece ser a mais provável.

Mesmo com curvas rápidas e potencial calor, a Pirelli levará sua combinação mais agressiva a Austin: pneus ultramacios, supermacios e macios. Em tese, uma estratégia de duas paradas parece ser a mais provável.
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Foto de: XPB Images

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Sobre esta matéria

Categoria Fórmula 1
Evento GP dos Estados Unidos
Localização Circuit of the Americas
Tipo de matéria Conteúdo especial