Ecclestone rebate acusações: "não lidero um cartel"

Fórmula 1 pode ter de mudar a forma como é definido o regulamento e a distribuição de prêmios, caso seja punida pela União Europeia

Sauber e Force India pediram à União Europeia para investigar se a Fórmula 1 está quebrando as leis de competições do bloco. A reclamação é relativa a discussão de regulamentos e a distribuição desproporcional dos prêmios e dinheiro entre os participantes. 

No entanto, Bernie Ecclestone afirmou que não está cometendo nenhuma ilegalidade, apesar da possibilidade dos contratos da F1 terem de ser revisados caso se confirme a ilegalidade dos atuais, de acordo com a UE. 

"Não estou preocupado. Não lidero um cartel", disse Ecclestone, ao ser questionado em Sochi, durante os primeiros dias de treinos para o GP da Rússia.

"Temos de ver o que a Comissão Europeia pensa. As equipes já têm contratos, não têm? Não imagino que ninguém os obriguem a quebrar os contratos."

Chefe de equipe da Sauber, Monisha Kaltenborn afirmou que a frustração das equipes médias é com Ecclestone, e não com as grandes escuderias.

"A nossa reclamação é com os donos dos direitos comerciais. Não é contra nenhuma equipe. O nosso pedido é que se analise os privilégios dado a algumas equipes e isso afeta o esporte."

"O que estamos pedindo é que a Comissão analise o abuso do domínio que surge pela maneira que os privilégios são dados a certas equipes - seja em termos de regras ou de distribuição dos lucros."

"Para nós o mais importante é que acreditamos que por meio desse regulamento e por esses privilégios, o esporte tem sido afetado e é isso que queremos mudar."

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