Em Austin, Massa se impressiona com o desafiador Circuito das Américas

Brasileiro já havia treinado no simulador, mas viu diferenças quando chegou ao local. Para ele, ter um bom carro fará a diferença

Massa: bom carro fará a diferença

Felipe Massa passou boa parte dos últimos dias conhecendo, no simulador, as características do traçado do Circuito das Américas, recém-inaugurado em Austin. A simulação ajudou e a pista agradou, mas assim que pode conhecer o circuito de perto, caminhando no autódromo, a impressão mudou. Segundo o brasileiro, a pista americana parece ser ainda mais desafiadora do que no simulador.

“Eu tinha gostado da pista no simulador, mas quando cheguei aqui vi que é ainda mais diferente e desafiadora. É bem mais impressionante ao vivo do que parecia no simulador”, destacou o piloto da Ferrari. “É uma pista difícil de aprender. Tem muitas curvas técnicas, curvas rápidas, outras lentas. Tem curvas que a gente não enxerga a entrada, como a curva 1 que é na subida. E é uma subida bem inclinada”, comentou.

Segundo Felipe, a dificuldade da pista exige um bom carro. “Um bom carro fará a diferença aqui, pois ajuda a compreender a pista. Então, espero que nosso carro esteja competitivo aqui”.

Outra dificuldade que o brasileiro espera encontrar é quanto à aderência da pista, já que o simulador deu uma ideia que não deve corresponder à verdade na opinião da Felipe. “O simulador ajuda a entender a característica, a entender o que pode ser importante aqui. Isso é um grande avanço em relação ao que a gente tinha antigamente, quando chegava em um novo circuito sem conhecer nada. Mas sempre tem algumas coisas que são diferentes. Caminhando aqui, percebi algumas diferenças nas curvas, nas zebras... e o grip também eu acho que será bem menor do que o simulador indicava”, relatou Massa.
 

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