Em circuito "novo", Ferrari "não tem certeza do que esperar"

Fórmula 1 volta depois de 11 anos à Áustria e equipes têm de confiar em suas simulações para se preparar

Voltando ao GP da Áustria depois de 11 anos, a Ferrari aposta em suas ferramentas de simulação para se preparar para a próxima etapa do campeonato. Mas reconhece que “não tem certeza do que esperar.”

Na prova, que será disputada no rebatizado Red Bull Ring – antigo A1 Ring – serão utilizados os mesmos compostos das duas últimas provas: macio e supermacio. “Como em todas as outras pistas neste ano, a administração dos pneus mais macios na classificação será muito importante. Precisamos nos certificar que o pneu esteja preparado para uma volta rápida no Q2, assim como para o primeiro stint da corrida”, afirmou o diretor técnico da Scuderia, James Allison. O profissional refere-se ao pneu que, por regulamento, tem de ser usado na primeira parte da corrida quando os pilotos largam do top 10.

Depois de estrear um pacote de mudanças no carro que acabou não sendo utilizado no GP do Canadá, Allison espera continuar desenvolvendo o F14 T.

“Estamos fazendo nosso melhor em todos os aspectos do carro: mecanicamente, aerodinamicamente, eletronicamente, em termos de acerto, tudo o que podemos para que haja melhoras. Nas últimas corridas, trouxemos mais novidades do que o normal e isso melhorou marginalmente nossa posição”, defende. “Precisamos continuar lutando, temos planos de upgrades para todas as corridas.”
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