Em "dia especial", Barrichello vê motor o deixar na mão

Brasileiro, que tem no 11 seu número da sorte, não viu a mesma do lado e terminou sexta-feira em 16° com a Williams

Rubens Barrichello

O 11 não é só o número da sorte de Rubens Barrichello, como também o que estampa o Williams do brasileiro. No entanto, o dia 11/11/11 não foi dos melhores para o piloto, que viu seu motor quebrar em Abu Dhabi e acabou em 16° no resultado final.

"Não esperava nada mais nem menos desse dia. Foi uma pena o motor quebrar logo de cara. O carro está nas condições que todos sabemos. Acabamos usando o motor da corrida da Índia, mais fraco", comenta o veterano de 39 anos.
 
"Amanhã, com motor mais novo, há a esperança de dar mais um 'up'. Tentei esperar para usar este motor no Brasil mas não deu. Amanhã será um dia bem melhor", destaca Barrichello, que faz uma análise sobre a efetividade da asa móvel para facilitar as ultrapassagens no circuito de Yas Marina.
 
"Se você estiver em um ritmo com todos abrindo o DRS ao mesmo tempo será a mesma coisa que no ano passado. É uma pista de difícil ultrapassagem, as curvas que antecedem a reta são de baixa velocidade, mas, se você estiver em uma situação de DRS, certamente ultrapassará. O negócio é esperar e ver isso em condição de corrida."
 
(Colaborou Luis Fernando Ramos, de Abu Dhabi)
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