Empresária nega interrupção no processo de acordar Schumacher

Sabine Kehm contrariou revista alemã Focus, que noticiou que retirada do coma teria sido interrompida

A empresária e assessora do heptacampeão Michael Schumacher, Sabine Kehm, negou que os médicos do Hospital de Grenoble teriam interrompido o processo de tentar fazer o alemão acordar, após quase dois meses em coma, conforme divulgou a revista Focus, em sua última edição.

Segundo a publicação alemã, os médicos teriam abandonado os esforços para acordar o ex-piloto, devido a complicações na saúde do paciente – recentemente, Schumacher chegou a contrair pneumonia. Kehm, no entanto, negou a versão da revista.

“O estado de recuperação de Michael segue inalterado”, disse ela à agência de notícias DPA. “Essa fase pode levar um longo tempo, o que, infelizmente, pode levar a muitas interpretações erradas", afirmou Kehm, lembrando que apenas as informações divulgadas pelo hospital são confiáveis.

Enquanto permanece em coma, após ter sofrido um acidente de esqui no final de 2013, Schumacher acabou tendo seu nome envolvido em uma polêmica esta semana. Segundo o jornal Daily Mail, o alemão atropelou um motociclista em Sevilha, na Espanha, semanas antes de seu acidente de esqui nos Alpes Franceses. O caso ainda está sendo investigado, mas não deve ir ao tribunal, já que a seguradora do ex-piloto pagará uma compensação ao motociclista, que quebrou o pulso na queda.
 

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