Engenheiro da Lotus pede "corrida normal" para ver o que o carro pode fazer

Após duas provas atribuladas para a equipe, James Allison elogia ritmo no seco, mas reconhece que E20 ficou devendo no molhado

Raikkonen teve problemas em ambas as classificações

Na primeira corrida, um erro de comunicação fez com que Kimi Raikkonen não passasse do Q1 na classificação. Na segunda, uma troca de câmbio obrigou o finlandês a perder cinco posições no grid. Enquanto isso, seu companheiro Romain Grosejan teve sábados tranquilos, mas só completou quatro voltas nos dois domingos somados. Assim, é mais que justificável a exclamação do diretor técnico da Lotus, James Allison: “o que não daríamos por uma corrida normal!”

De positivo, o engenheiro considera o ritmo do carro no final da corrida da Malásia. “Tanto o ritmo, quanto a degradação com os pneus de seco foram muito animadores. Nos deem uma corrida limpa desde a classificação e devemos conseguir uma ótima recompensa.”

Allison só não ficou contente com o ritmo do carro na chuva. “Não conseguimos acompanhar os líderes. Os pneus duraram bem, mas como os intermediários se desgastaram e se tornaram praticamente slicks em ritmos diferentes para cada equipe, nossa competitividade diminuiu.”

O objetivo daqui até a corrida da China, dentro de três semanas, é continuar com o desenvolvimento do carro. “Quando olhamos para como o pelotão está, o desenvolvimento pode nos fazer ganhar muitas posições”, espera. 

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