Ferrari pronta para encarar duas das pistas mais duras para os motores

O time de Maranello trabalha para diminuir a perda de potência nos propulsores, que fica em torno de 5 cavalos por GP

A Fórmula 1 retorna às atividades de pista nesta sexta-feira de treinos livres após 33 dias de descanso. E a categoria inicia a segunda fase em duas das pistas que mais exigem de motor no atual calendário: Spa-Francorchamps e Monza.

Mesmo com o congelamento em diversas áreas dos motores, há determinadas peças que podem ser melhoradas, assim como os lubrificantes. Uma das grandes questões para as equipes é diminuir a queda de rendimento ao longo da vida útil do motor, uma vez que o regulamento prevê que oito unidades sejam revezadas durante as 20 provas do ano. 

"Voltando às atividades para Spa e Monza, dois circuitos históricos e que requerem bastante dos motores, a Ferrari trabalha para tentar minimizar as perdas ocasionadas por desgaste, mantendo o desempenho do carro", disse Luca Marmorini, chefe da área de motores e eletrônica da Ferrari.

"Se considerarmos que a cada corrida perdemos cinco cavalos, no total de três já teríamos perdido 15, o que é uma quantidade significativa. Spa-Francorchamps traz alguns problemas, pois o circuito fica em altitudes muito elevadas e o clima muda bastante, além da chuva estar sempre presente, mas isso é ruim para todo o pacote do carro, não somente o motor", explicou.

A meta da Ferrari na corrida disputada neste fim de semana na região das Ardenas é manter Fernando Alonso na liderança do campeonato de pilotos e conseguir o maior número de pontos com o companheiro do espanhol, o brasileiro Felipe Massa, para melhorar a atual terceira posição do time no campeonato de construtores.

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