FIA muda regras de superlicença para treinos na F1 em 2018

Entidade altera regulamento de superlicença e torna mais difícil para pilotos de participarem de treinos livres

Anteriormente, os pilotos tinham que completar 300 quilômetros em um "carro de Fórmula 1 representativo" durante dois dias e responder a perguntas sobre regulamentos esportivos para se qualificarem para uma superlicença "para somente treinos", desde que a FIA os julgasse suficientemente capazes, com base em experiências de monopostos.

Para se candidatar às licenças subsequentes, os pilotos só precisavam que sua equipe demonstre que informou corretamente sobre as regras esportivas.

A partir da próxima temporada, os pilotos também precisarão ter completado seis corridas na Fórmula 2, ou acumulado 25 pontos de superlicença em campeonatos elegíveis durante os três anos anteriores, para se qualificarem para a sua primeira superlicença de treinos livres da F1.

Os requisitos anteriores, referentes à quilometragem da F1, ao conhecimento das regras e ao julgamento da FIA de que um piloto "deve ter consistentemente demonstrado habilidade excepcional em carros monoposto" permanecem em vigor, de acordo com o artigo 5 do Apêndice L no código esportivo internacional da FIA.

A FIA aprovou novas mudanças em sua estrutura de classificação de superlicença em setembro, atribuindo mais pontos aos pilotos que fizerem F2 e Indy e rebaixando o World Endurance Championship (WEC), Fórmula E e a Fórmula 3 europeia.

A FIA realizou um esforço para melhor estruturar e regular a concessão de superlicenças desde que Max Verstappen foi para a F1 com 17 anos, em 2015.

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