GALERIA: Primeira campeã, relembre história da Alfa na F1

Montadora teve incursão de sucesso no mundial nos anos 1950 e outra participação no início dos anos 1980

A Alfa Romeo teve sua volta à Fórmula 1 anunciada nesta quarta-feira (29). A montadora italiana, que pouco atuou em esportes a motor nos últimos anos, será parceira técnica da Sauber, que busca se renovar após anos difíceis na F1.

Mas não é a primeira vez que a Alfa entra no mundial. Logo no início da história da F1, os italianos deixaram sua marca com o primeiro e o segundo título da categoria.

Confira um pouco da história:

A Alfa Romeo para sempre será histórica para a F1. Foi ela que construiu o primeiro carro campeão do mundo, o 158, no ano de 1950.

A Alfa Romeo para sempre será histórica para a F1. Foi ela que construiu o primeiro carro campeão do mundo, o 158, no ano de 1950.
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O piloto que teve a honra de levar a marca a sua primeira conquista e ao primeiro título da história da F1 foi o italiano Giuseppe Farina.

O piloto que teve a honra de levar a marca a sua primeira conquista e ao primeiro título da história da F1 foi o italiano Giuseppe Farina.
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Um ano depois, a Alfa voltou a triunfar com o argentino Juan Manuel Fangio. Ele conseguiu o primeiro de seus cinco títulos mundiais em um Alfa Romeo 159.

Um ano depois, a Alfa voltou a triunfar com o argentino Juan Manuel Fangio. Ele conseguiu o primeiro de seus cinco títulos mundiais em um Alfa Romeo 159.
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No entanto, como o campeonato de construtores só passou a ser disputado em 1958, a Alfa saiu dos anos 1950 sem nenhum título entre equipes.

No entanto, como o campeonato de construtores só passou a ser disputado em 1958, a Alfa saiu dos anos 1950 sem nenhum título entre equipes.
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Com o aumento dos custos a partir de 1952, a Alfa resolveu sair da F1. Ela retornaria apenas em 1970, cedendo motores para o terceiro carro da McLaren.

Com o aumento dos custos a partir de 1952, a Alfa resolveu sair da F1. Ela retornaria apenas em 1970, cedendo motores para o terceiro carro da McLaren.
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Com um pacote pouco competitivo, a incursão da montadora durou pouco. Em 1972, andando com um carro da March, os italianos abandonaram o projeto.

Com um pacote pouco competitivo, a incursão da montadora durou pouco. Em 1972, andando com um carro da March, os italianos abandonaram o projeto.
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A Alfa Romeo retornou como fornecedora de motores em 1976, dando à Brabham um propulsor de 12 cilindros.

A Alfa Romeo retornou como fornecedora de motores em 1976, dando à Brabham um propulsor de 12 cilindros.
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Além de pesado demais, o motor também não era dos mais confiáveis, e deixou por vezes o time na mão. O momento mais notável da parceria foi no GP da Suécia de 1978, quando Lauda venceu com o folclórico 'fan-car', com uma hélice logo atrás da asa traseira.

Além de pesado demais, o motor também não era dos mais confiáveis, e deixou por vezes o time na mão. O momento mais notável da parceria foi no GP da Suécia de 1978, quando Lauda venceu com o folclórico 'fan-car', com uma hélice logo atrás da asa traseira.
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No entanto, apesar de algum sucesso, antes do fim de 1979, a Brabham retornou ao motor Ford Cosworth, que lhe rendeu o título com Nelson Piquet em 1981.

No entanto, apesar de algum sucesso, antes do fim de 1979, a Brabham retornou ao motor Ford Cosworth, que lhe rendeu o título com Nelson Piquet em 1981.
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A Alfa Romeo retornou como equipe ao mundial em 1979, se utilizando da estrutura da Autodelta. O projeto foi uma preparação para a temporada de 1980. A Autodelta não fez a temporada completa.

A Alfa Romeo retornou como equipe ao mundial em 1979, se utilizando da estrutura da Autodelta. O projeto foi uma preparação para a temporada de 1980. A Autodelta não fez a temporada completa.
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A montadora teve seu primeiro ano completo após o título de 1951 em 1980. No entanto, a campanha ficou manchada por uma tragédia: o francês Patrick Depailler faleceu devido a um acidente em um teste na Alemanha.

A montadora teve seu primeiro ano completo após o título de 1951 em 1980. No entanto, a campanha ficou manchada por uma tragédia: o francês Patrick Depailler faleceu devido a um acidente em um teste na Alemanha.
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O time evoluiu em 1981, mas ainda estava longe de ter um equipamento competitivo. Em seu último ano completo na F1, Mario Andretti andou ao lado de Bruno Giacomelli, que conquistou o primeiro pódio para a equipe na última prova do ano, em Las Vegas.

O time evoluiu em 1981, mas ainda estava longe de ter um equipamento competitivo. Em seu último ano completo na F1, Mario Andretti andou ao lado de Bruno Giacomelli, que conquistou o primeiro pódio para a equipe na última prova do ano, em Las Vegas.
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Em 1982, o time conquistou a pole position para o GP em Long Beach com Andrea de Cesaris - sua única pole na F1. O italiano também foi ao pódio em Mônaco.

Em 1982, o time conquistou a pole position para o GP em Long Beach com Andrea de Cesaris - sua única pole na F1. O italiano também foi ao pódio em Mônaco.
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Com mais dois pódio de De Cesaris, a Alfa teve seu melhor ano em 1983. O time foi o sexto no campeonato.

Com mais dois pódio de De Cesaris, a Alfa teve seu melhor ano em 1983. O time foi o sexto no campeonato.
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No mesmo ano, a equipe italiana Osella se tornou cliente da Alfa para obter um motor turbo.

No mesmo ano, a equipe italiana Osella se tornou cliente da Alfa para obter um motor turbo.
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Tendo a Benetton como anunciante em 1984 e 1985, a Alfa Romeo tirou sua equipe da F1 ao final de 1985 pela falta de resultados.

Tendo a Benetton como anunciante em 1984 e 1985, a Alfa Romeo tirou sua equipe da F1 ao final de 1985 pela falta de resultados.
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Mas ainda continuou fornecendo motores para a equipe Osella.

Mas ainda continuou fornecendo motores para a equipe Osella.
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Isso ocorreu até o ano de 1988. A participação da Alfa se encerrou de forma melancólica, sem nenhum ponto na temporada e com o fato de o carro da Osella ter como nome de projeto FA1L, lembrando a grafia de "fail" (falha em inglês).

Isso ocorreu até o ano de 1988. A participação da Alfa se encerrou de forma melancólica, sem nenhum ponto na temporada e com o fato de o carro da Osella ter como nome de projeto FA1L, lembrando a grafia de "fail" (falha em inglês).
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Anunciante nos carros da Ferrari desde 2015, a Alfa Romeo retornará à F1 em 2018 como parceira da Sauber.

Anunciante nos carros da Ferrari desde 2015, a Alfa Romeo retornará à F1 em 2018 como parceira da Sauber.
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