Gasly: relacionamento com a Honda deve ajudá-lo em 2018

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Gasly: relacionamento com a Honda deve ajudá-lo em 2018
18 de out de 2017 11:41

Francês, que trabalhou com fabricante japonesa na atual temporada da Super Fórmula, ainda não garantiu vaga na Toro Rosso no ano que vem

Pierre Gasly, Scuderia Toro Rosso STR12
Pierre Gasly, Scuderia Toro Rosso STR12, Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS17
A Honda flag
Pierre Gasly, Scuderia Toro Rosso STR12
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-17 and Pierre Gasly, Scuderia Toro Rosso STR12 battle
Pierre Gasly, Scuderia Toro Rosso
Pierre Gasly, Scuderia Toro Rosso STR12
Water on the Honda logo, adorned on the McLaren nose

Pierre Gasly considera que a experiência prévia em trabalhar com a Honda poderá ajudá-lo na temporada de 2018 da F1 caso seja confirmado em um dos cockpits da Toro Rosso, que passará a usar os propulsores japoneses.

Em 2017, Gasly competiu na Super Fórmula japonesa como representante da Honda, sendo que ele deixará de participar do GP dos Estados Unidos de F1, no próximo domingo, para tentar conquistar o título da categoria nipônica em sua rodada decisiva, em Suzuka.

Gasly acredita que o fato de já entender o método de trabalho da Honda será uma vantagem para o ano 1que vem. “Claramente é um bônus para mim já ter trabalhado com a Honda quando eles chegarem à Toro Rosso”, disse o piloto, em entrevista ao site francês Minute-Auto.

“A cultura deles é obviamente muito diferente, mas também há diferença na comunicação e no método de trabalho. Demorou um pouco para descobrir como trabalhar bem com eles nesta temporada, mas, agora, sei como me comunicar muito melhor”, continuou.

De acordo com Gasly, a comunicação é justamente um ponto chave. “Os japoneses gostam de se comunicar de forma construtiva, sem ficar recebendo a culpa. Eles tendem a dizer ‘sim’ a tudo, mesmo que não concordem”, descreve

“Para ter certeza de que você está na mesma sintonia, você às vezes precisa checar algo dez vezes em vez de uma só”, disse.

“Eles dão muita importância a hierarquia. Enquanto o chefe não tenha dado autorização, nada pode andar. Isso faz com que o processo de tomada de decisão não seja tão rápido como nós.”

“Com essa experiência, espero ter a oportunidade de evoluir com eles no próximo ano na F1.”

Gasly ainda não foi confirmado na Toro Rosso para 2018. Ele é um dos favoritos, contudo, e deverá retornar ao cockpit do time a partir do GP do México. 

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