Haas: engenheiro ex-Bridgestone se tornou peça chave

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Haas: engenheiro ex-Bridgestone se tornou peça chave
Por: Ben Anderson
17 de jul de 2018 13:52

Kevin Magnussen considera que a decisão de contratar um ex-engenheiro de pneus da Bridgestone foi um dos “maiores fatores” na melhor performance apresentada pela Haas na temporada de 2018 da F1.

Max Verstappen, Red Bull Racing RB14, leads Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18
Guenther Steiner, Team Principal, Haas F1 Team
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18
Guenther Steiner, Team Principal, Haas F1
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18
Romain Grosjean, Haas F1 Team VF-18

A equipe americana tem apresentado maior consistência em 2018, lutando pelo quarto lugar na tabela de construtores e evitando oscilações de desempenho vistas previamente.

O entendimento acerca dos pneus complicados da Pirelli tem sido a grande causa da inconsistência da Haas, mas Magnussen considera que a chegada de Hiroshi Tomitsuka transformou o conhecimento do time.

“Obviamente, temos um carro melhor neste ano, mais consistente, e a aerodinâmica também é mais forte em termos de consistência, mas acho que um dos maiores fatores é o cara do pneu que temos”, disse Magnussen.

“Tomi-san é realmente uma grande aquisição da equipe. O conhecimento dos pneus e a forma de administrá-lo estão muito melhores neste ano, o que também acrescenta em nossa consistência – até mais do que o ritmo puro.”

“O Pirelli é um pneu muito complicado, difícil de administrar – não só do ponto de vista da pilotagem, mas também em termos de acerto, com temperaturas nas rodas, gestão de corridas e em termos de estratégia, trocando os pneus e alterando o estilo de pilotagem nas voltas de saída dos boxes.”

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“Há muita ciência envolvida – você precisa de alguém com experiência com pneus para tentar entender os Pirelli, porque não é tão fácil assim de entender.”

“Certamente é uma grande vantagem ter alguém que te ajude a entender. Com sua experiência com outras fabricantes, é mais fácil tentar entender. Você chega lá mais rapidamente.”

“Todo fim de semana é um asfalto diferente, temperaturas diferentes, compostos diferentes, acertos de carro diferentes, então você precisa aprender tudo de novo a todo momento, e os pneus se comportam de forma diferente. Então, ter alguém com grande experiência, que tem o olhar para pneus, ajuda muito.”

Romain Grosjean sente que o entendimento intuitivo de Tomitsuka para a borracha ajuda a Haas a ter decisões melhores e mais rápidas durante o fim de semana.

“Ao olhar para os pneus, ele sabe se eles precisam estar mais quentes ou frios”, disse Grosjean.

“Isso realmente nos ajuda, porque a sensação quando eles estão quentes ou frios demais é mais ou menos a mesma, então é muito difícil avaliar.”

“Ele ainda está aprendendo sobre o Pirelli, que é um pneu bastante diferente daquele com que trabalhou antes, acredito, mas ele ajuda muito a colocá-lo na janela. E, para ser justo, é isso que fazemos por 80% do fim de semana: fazer os pneus funcionarem.”

O chefe da Haas, Gunther Steiner, afirmou que os “20 anos de experiência” de Tomitsuka têm dado grande ajuda ao time.

“Ele olha pra o pneu e sabe o que está vendo”, disse Steiner. “Ele sabe se estava quente demais ou frio demais.”

“É uma grande ajuda aos rapazes, mesmo que ele possa apenas confirmar o que eles pensam matematicamente.”

Reportagem adicional de Adam Cooper

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Categoria Fórmula 1
Equipes Haas F1 Team
Autor Ben Anderson
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