Hamilton: DRS é um band-aid para esconder falhas da F1

Após corrida de recuperação no Brasil, piloto britânico diz que nenhuma das ultrapassagens “foi realmente especial”

Depois de largar dos boxes, chegar a liderar antes de seu pit stop e finalizar em quarto lugar o GP do Brasil, Lewis Hamilton lamentou o fato de ter feito a maior parte das ultrapassagens em Interlagos com o DRS.

Pare ele, a asa móvel é utilizada para maquiar problemas conceituais nos carros de F1, que não conseguem seguir um ao outro.

"Honestamente, nenhuma destas ultrapassagens foi realmente especial para mim", disse Hamilton.

"Eu não sou um grande fã do DRS. Embora eu pense que o DRS possibilita a ultrapassagem, é como um band-aid para melhorar uma falha no conceito do carro da Fórmula 1: você não consegue andar próximo.”

"Você se aproxima para usar o DRS, o que não é como no kart – quando você precisa se aproximar para só aí pensar em passar.”

"Eu acho que a ultrapassagem em Sergio Perez por fora na curva 1 me trouxe bastante satisfação, mas não houve nenhuma outra manobra de ultrapassagem que eu tivesse desejado.”

"Esta é uma pista onde é difícil de passar e o tempo para se ultrapassar é menor do que em outros lugares. Se você olhar para a maioria dos circuitos para os quais nós vamos, o tempo para superar o carro na frente é maior. Eu costumo ter um segundo e meio ou algo assim.”

"Isso mostra que obviamente há uma fraqueza e uma falha no design dos carros. Os carros são fantásticos neste ano, mas essa é uma área que podemos melhorar para o futuro."

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