Importância da aerodinâmica não diminuiu com novos motores, diz Lowe

Segundo diretor técnico da Mercedes, força dos propulsores alemães não explica o domínio da equipe em 2014

Apesar da vantagem da unidade de potência da Mercedes ser inegável – as quatro equipes que utilizaram os motores alemães durante a temporada 2014 ficaram entre as seis primeiras do campeonato – as qualidades do chassi dos campeões do mundo não podem ser desconsideradas. É o que defende o diretor técnico da equipe, Paddy Lowe.

[publicidade] “Muito foi falado sobre essa ser uma fórmula das unidades de potência, mas na verdade a aerodinâmica se tornou ainda mais crucial”, defendeu o engenheiro à Autocourse. “Incorporar a nova unidade de potência no carro com o mínimo de impacto aerodinâmico é mais importante do que antes, e não menos.”

A partir de 2014, a Fórmula 1 passou a utilizar uma unidade de potência que une o motor de combustão turbo V6 e duas formas de recuperação de energia. Além de problemas de incorporação, segundo Lowe, outra grande fonte de estudos das equipes foi o arrefecimento do novo equipamento.

“Uma boa parte da história foi a eficiência de arrefecimento. Fizemos isso pouco a pouco, ganhando eficiência em cada peça e é isso que diminui os tamanhos. Sua primeira tentativa nunca é tão boa quanto a 27ª. Acabamos chegando a um carro que parecia com o do ano anterior em termos de área de radiador, e isso foi um feito impressionante.”
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