Kubica: retorno à F1 trouxe de volta “calma interior”

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Kubica: retorno à F1 trouxe de volta “calma interior”
30 de mar de 2018 13:44

Robert Kubica afirmou que seu retorno ao paddock da F1 lhe trouxe de volta “calma interior”, já que a possibilidade de guiar novamente um carro da categoria o fez sentir-se em casa.

Robert Kubica, Williams Martini Racing
Robert Kubica, Williams Martini Racing, watches qualifying in the team's garage
Robert Kubica, Williams fans and banners
Robert Kubica, Williams
Robert Kubica, Williams
Robert Kubica, Williams Martini Racing
Robert Kubica, Williams Martini Racing
Robert Kubica, Williams
Robert Kubica, Williams talks with the media
Robert Kubica, Williams talks with the media
Robert Kubica, Williams FW41 pit stop

O polonês foi obrigado a se afastar da categoria no início de 2011, quando sofreu um grave acidente de rali que provocou danos ao lado direito de seu corpo – especialmente o braço.

Contudo, depois de anos de reabilitação, Kubica voltou ao cockpit de um F1 em meados de 2017, com sessões pela Renault. Para a atual temporada, tentou uma vaga de titular na Williams, mas ficou com o posto de piloto de testes e de desenvolvimento.

Por mais que ainda não tenha concretizado o sonho de voltar a competir na F1, o polonês afirmou que o retorno aos carros teve papel importante em sua vida. “Quando cheguei em Valência sabendo que havia um carro de F1 me esperando, instantaneamente senti calma interior. Pela primeira vez em sete anos me senti em casa. Muita coisa aconteceu no ano passado que me deu calma interior e fé de que isso [um retorno à F1] é possível”, disse Kubica, em entrevista coletiva de um patrocinador na Polônia.

“Era algo de que eu sentia falta e isso mostra o quão forte é minha paixão pelo esporte. O papel que a Williams me deu me permite estar no paddock e cumprir minha paixão, o que me dá um impulso para viver a vida e ser um homem feliz.”

Retorno em aberto – mas não pelo WEC

Kubica reconhece que corre contra o tempo para conseguir voltar às competições, mesmo que isso não dependa inteiramente de si.

“Fisicamente eu estava e ainda estou em excelente forma. Como tudo na vida, nem tudo depende de nós, mas o que importa é que estou ciente de que estou pronto agora”, disse.

“Se vai acontecer ou não, não há garantias. Espero que um dia eu consiga atingir minha meta e estar no grid de um GP. Não vou negar: com 33 anos, não tenho muito tempo pela frente. Os próximos 12 meses, ou menos, serão fundamentais.”

Contudo, ele mesmo descartou participar da campanha do WEC na supertemporada de 2018/2019, mesmo que tenha realizado testes pela equipe Manor.

“Os testes foram bons, mas o problema é tempo”, explicou. “Eu terei muito pouco tempo, então decidi não competir no WEC. Vou me focar no meu papel com a Williams. Nos últimos 45 dias, passei dois dias em casa. Eu adoraria correr, mas tenho de ser acional”, completou.

Tradução de Pio Magdziarz

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