Lotus espera retomar bom rendimento nas ruas de Cingapura

Depois de ficar devendo nos circuitos de alta velocidade, expectativa da equipe é de que E20 se adapte melhor nos próximos GPs

O diretor técnico da Lotus, James Allison, espera que a equipe retome o rendimento que tinha antes do GP da Bélgica nas próximas corridas, começando por Cingapura. Isso, devido às características dos circuitos e aos tipos de escolhas de pneus por parte da Pirelli. Na última prova antes da sequência de circuitos de alta, a Lotus conquistou um segundo e terceiro lugares no GP da Hungria.

“Não estivemos tão competitivos em Monza quanto no restante da temporada, mas não acho que isso represente uma tendência, mas sim reflete uma particularidade do circuito”, garantiu Allison. “A escolha de pneus da Pirelli também foi conservadora, então não conseguimos usar nosso maior trunfo, que é o baixo consumo. Felizmente, a política de escolha de compostos volta ao que era antes a partir de Cingapura.”

Para a próxima corrida, a Lotus ainda não usará o DRS duplo, que vem testando desde o GP da Alemanha, mas terá à disposição uma nova asa traseira. “Temos um novo assoalho e uma nova asa traseira, que opera no mesmo nível de pressão aerodinâmica do que a usada em Mônaco, mas com um delta melhor para o DRS – o que significa que a diferença entre a asa aberta e fechada é maior.”

O diretor técnico se mostra confiante de que o carro se adaptará bem ao circuito de Marina Bay. “O E20 vai muito bem nas ondulações e zebras, tem sido assim por todo o ano e temos muita sorte nesse quesito. Em um circuito ondulado, você pode ir mais na direção de um acerto mecânico do que aerodinâmico.”

Escreva um comentário
Mostrar comentários
Sobre este artigo
Categorias Fórmula 1
Evento GP de Cingapura
Tipo de artigo Últimas notícias