Lowe: inexperiência impediu Stroll de explorar carro em 2017

Diretor técnico da Williams reconhece que canadense não pontuou o tanto que deveria, mas destaca momentos de brilho em Baku e Monza

O diretor técnico da Williams, Paddy Lowe, considera que a inexperiência foi o principal fator que fez com que Lance Stroll não conseguisse explorar ao máximo o carro da equipe durante a temporada de 2017.

O canadense, que fazia sua estreia na F1, terminou o campeonato uma posição e apenas três pontos atrás de Felipe Massa, seu companheiro de equipe mais experiente. No entanto, a diferença entre os dois se mostrou grande em classificação (17 a 2 para o brasileiro), sendo que, em corrida, Massa terminou à frente com frequência.

Lowe acredita que vários motivos diferentes impediram a Williams de obter melhores resultados em 2017. “Alguns [dos pontos desperdiçados] foram graças a erros aqui e ali, problemas operacionais, alguma falta de confiabilidade, o que não foi tão bom quanto gostaríamos. E também se o piloto não consegue explorar o carro que tem à disposição”, explicou Lowe, em entrevista à revista Racer.

“Isso ficou bem óbvio no caso de Lance na primeira metade da temporada. Ele estava pegando o jeito em seu primeiro ano na F1, então era tudo parte do processo com ele, e inevitavelmente fez com que não marcássemos os pontos que poderíamos.”

Porém, Lowe destacou que a temporada de Stroll teve momentos positivos. “No meio disso, houve alguns exemplos incríveis do talento de Lance, como seu primeiro pódio em Baku e em Monza, quando se classificou na primeira fila no molhado”, pontuou.

Em 2018, Stroll permanecerá na Williams, tendo ao seu lado o estreante russo Sergey Sirotkin. 

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