Massa quer fim de azar e vê Williams com chance de incomodar a Red Bull

Brasileiro define meta: tornar a Williams o segundo carro mais rápido no GP da Bélgica

Massa caminhou pelo circuito e vê a Williams forte em Spa
O azar acabou, pelo menos é o que espera Felipe Massa para a segunda metade da temporada da Fórmula 1. Nesta quinta-feira, já na Bélgica para o Grande Prêmio de Spa-Francorchamps, o piloto brasileiro vê o circuito como o ideal para a Williams, confiando em um grande resultado já para este final de semana.
 
“Spa é uma pista que a gente tem alguns pontos que podem ajudar o nosso carro, retas longas. Obviamente, iremos sofrer em algumas partes, como o setor 2, mas é uma pista positiva, não só Spa, como Monza. Espero conseguir bons resultados e acredito que sejam as melhores do campeonato para a gente”, discursou 
 
Fora o traçado favorável de Spa, Massa confia no fim do azar que carregou durante a primeira metade da temporada. O brasileiro sofreu com uma batida na primeira curva logo na Austrália, com o erro da Williams no pit-stop na China e com Marcus Ericsson no treino para Mônaco, que resultou na modesta 16ª posição para a largada naquela ocasião.
 
“Eu sempre fui competitivo em todas as corridas, isso é o mais importante. Foram coisas que eram difíceis de se evitar que aconteceram. Espero ter uma segunda parte diferente, que essas coisas não aconteçam, confio no que posso fazer para sempre completar as corridas, isso é o mais importante”, sentenciou.
 
Confiante no fim dos presságios ruins, Massa vê a Williams com a capacidade de ser a segunda força na Bélgica; o brasileiro reconhece a superioridade da Mercedes, apontada como a grande favorita para dominar o final de semana em Spa.
 
“Acho que será muito difícil chegar nas Mercedes. Eles têm um carro ótimo no motor e na aerodinâmica, mas temos que acreditar que alguma coisa pode acontecer, se conseguirmos o segundo carro mais rápido seria um ótimo resultado”, disse. 
 
“Agora falando dos outros carros, Red Bull tem carro competitivo, talvez use pouco pneu, mas, por conta da carga aerodinâmica alta, deve sofrer um pouco nas retas, como a Ferrari. Poucos detalhes podem fazer a gente ficar na frente”, completou o brasileiro.
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