Em números: O que a McLaren-Honda fez à carreira de Alonso

Buscando novos ares em saída da Ferrari no final de 2014, espanhol viu sonho se tornando pesadelo

O fim da parceria McLaren-Honda marca também o possível fim de um período negro na carreira do bicampeão mundial Fernando Alonso. O piloto espanhol chegou da Ferrari no final de 2014 com grandes intenções de retornar aos títulos mundiais e às vitórias sendo a principal estrela no retorno de uma parceria clássica.

Quando se falava em McLaren-Honda até o fim de 2014, automaticamente vinha à cabeça os anos dourados de Ayrton Senna e Alain Prost. Em cinco temporadas de parceria entre 1988 e 1992, a equipe inglesa e a fábrica japonesa conquistaram quatro títulos mundiais de pilotos e construtores.

No entanto, a reedição da parceria foi desastrosa. Com uma unidade com potência abaixo das concorrentes e com pouca confiabilidade, Alonso foi refém da má performance de seu carro.

Mas o que a parceria desastrosa McLaren-Honda custou à carreira Fernando em números?

Confira:

 

Alonso até 2014

(234 GPs)

Alonso McLaren-Honda

(50 GPs)

Abandonos 37 58
Maior número de abandonos em uma temporada 8 (2001) 9 (*2017)
Corridas perdidas 0 3
Pontos na carreira 1767 1842
Pior temporada pontuando **2009, 26 pontos *2017, 10 pontos
Pior colocação em um mundial pontuando 9º (2009) 17º (2015)
Média de vitórias 32 (13,6%) 32 (11,2%)
Média de poles positions 22 (9,4%) 22 (7,7%)
Média de voltas mais rápidas 21 (8,9%) 23 (8%)
Média de pódios 97 (41,4%) 97 (34,1%)

*Temporada em andamento

**Pontuação antiga (10-8-6-5-4-3-2-1)

Escreva um comentário
Mostrar comentários
Sobre este artigo
Categorias Fórmula 1
Pilotos Fernando Alonso
Tipo de artigo Últimas notícias