McLaren-Honda encabeça 'revival' dos anos 1980 na Fórmula 1

Grid de 2015 da categoria terá o retorno da parceria histórica correndo ao lado da Lotus preta e patrocinadores antigos

McLaren-Honda de um lado, Lotus do outro, e todo mundo com motores turbo. Sofrendo perdas de audiência nos últimos anos, a Fórmula 1 busca forma de reconquistar seu público - e o resultado disso tem sido uma espécie de revival dos anos 1980 na categoria.
 
[publicidade] A década em que pilotos como Ayrton Senna, Alain Prost, Nelson Piquet e Nigel Mansell duelavam pelas vitórias é tida, por muitos, como a época de ouro da categoria, que vivia a transição entre o período mais romântico e o aumento da tecnologia.

O primeiro passo desse revival foi o retorno da Lotus preta, remetendo ao carro que fez história na década de 1970 e que existiu até 1987, com Senna ao volante. O preto era uma referência ao patrocínio da marca de cigarros John Player Special e desapareceu com o final do acordo com a Lotus. 

A equipe que hoje leva o mesmo nome e adotou o preto apenas para fazer menção e capitalizar em cima da antiga parceria, não tendo ligação nem com o time original, nem com a marca de tabaco.

Ano passado, coincidentemente junto do retorno dos motores turbo, que foram abandonados em 1989, a marca de bebidas Martini voltou como patrocinadora máster da Williams. O logo marcara época um pouco antes da era turbo, nos anos 1970.

A temporada de 2015, que começa dia 15 de março, traz de volta mais um patrocinador tradicional, a Epson, cuja marca foi estampada por anos no carro da antiga Tyrrell e hoje estarão nas Mercedes.

Mas o grande retorno é da parceira entre McLaren e Honda, que durou cinco anos, entre 1988 e 1992 e resultou em quatro títulos de pilotos e de construtores, sendo três com Senna e um com Prost. 
 
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