Mesmo campeã, Mercedes não quer brigas entre Lewis e Nico

Chefe Toto Wolff reconhece que chances de time perder mundial de pilotos é mínima, mas mantém a abordagem

Antes de selar a conquista do campeonato de construtores no último final de semana, na Rússia, a palavra de ordem da Mercedes para Lewis Hamilton e Nico Rosberg era pensar, primeiramente, nos interesses da equipe, e depois focar em sua luta particular pelo campeonato.

A equipe chegou a passar por duas grandes crises, primeiro quando Hamilton demonstrou acreditar que o companheiro teria errado de propósito para lhe prejudicar na classificação no GP de Mônaco e segundo, quando Rosberg provocou uma batida com o inglês em agosto, na Bélgica.

Desde então, os dois não tiveram mais problemas na pista. Para o chefe Toto Wolff, mesmo com a conquista do título e as chances mínimas do título não ficar nas mãos de um dos dois, a atitude dos pilotos deve manter-se respeitosa.

“Não acho que vamos mudar qualquer coisa em nossa abordagem porque queremos que eles disputem de forma respeitosa”, declarou Wolff. “Claro que 92 pontos significa que [o terceiro colocado, Daniel Ricciardo] precisaria vencer as três corridas e Lewis não poderia pontuar. Ainda que seja um pessimista, isso seria muito difícil de acontecer.”

Assim, as disputas não estão proibidas e a Mercedes garantem que não vai intervir – desde que não haja mais nenhum toque.

“Vimos na Rússia que Nico perdeu a freada do lado sujo da pista e Lewis manteve o sangue frio, o que foi bom. Então não mudaremos a abordagem. Não queremos acabar tendo problemas na pista.”

Com 100 pontos em jogo nas últimas três etapas, Hamilton tem 17 de vantagem em relação a Rosberg.
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