"O esporte está emocionante, mas não há patrocínio", lamenta Monisha

Chefe da Sauber diz que, com mais dinheiro, equipe poderia sair mais facilmente do momento difícil que atravessa

A Fórmula 1 pode ter se livrado das corridas mornas que marcaram especialmente a primeira metade da década de 2000, mas ganhou outro problema: a dificuldade em atrair novos patrocinadores.

Segundo a chefe da Sauber, Monisha Kaltenborn, isso tem mais a ver com o cenário internacional do que com a categoria em si.

“O paradoxo é que o esporte está muito emocionante, temos tido corridas muito boas desde o ano passado, então essa parte está funcionando bem. Por outro lado, ainda não conseguimos atrair mais patrocinadores. Isso não tem tanto a ver com o produto, mas com o clima econômico global.”

Falando sobre sua equipe, Monisha reconheceu que, caso tivesse mais patrocinadores, seria mais fácil sair da situação atual. A Sauber tem apenas cinco pontos no campeonato e amarga a oitava posição entre os construtores. Ano passado, conquistou quatro pódios.

“Gostaria de estar mais confortável”, admite a dirigente. “Está duro e, se tivéssemos mais dinheiro, poderíamos nos desenvolver mais e provavelmente sair mais rapidamente da situação que estamos vivendo no momento. Porque sempre temos de fazer contas a respeito do quanto uma peça nova vai nos custar.” 

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