Organização quer proibir patrocínio de bebidas alcoólicas na F1

Eurocare enviou uma carta a Jean Todt para pedir o banimento dos patrocínios para os próximos anos

Martini é uma das principais patrocinadoras da Williams
Primeiro, o tabaco. Agora, o álcool. Nesta sexta-feira, a Aliança Europeia de Política sobre o uso do Álcool enviou uma carta aberta ao presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt, na qual pede a proibição do patrocínio de bebidas na Fórmula 1.
 
[publicidade]“Parece existir uma contradição entre a ‘Acão para a segurança na estrada’ da FIA e a sua relutância em tomar qualquer ação sobre os patrocínios ao álcool na Fórmula 1”, reclamou Mariann Skar, secretário do grupo que tenta banir os investimentos de empresas ligadas ao álcool na F1.
 
Um grande exemplo da influência das bebidas alcoólicas na categoria máxima do automobilismo se encontra na Williams. A equipe do brasileiro Felipe Massa possui um chamativo patrocínio da Martini, parceiro de longa data do time de Claire Williams.
 
Apesar da pressão da organização, a cúpula da FIA permanece tranquila. Jean Todt garante que a entidade máxima do automobilismo mundial cumpre com todas as responsabilidades sobre o assunto.
 
“Temos rigorosos controle antidopagem e isso se agrupa ao álcool também. Há um compromisso da FIA neste ponto, como na ‘Ação para a segurança na estrada’”, disse Todt, justificando-se com o programa citado pela organização que busca limitar a influência financeira do álcool na F1.
 
 
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