Palmer: dia "doloroso" para Renault após falhas de software

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Palmer: dia
Valentin Khorounzhiy
Por: Valentin Khorounzhiy
22 de fev de 2016 21:54

Jolyon Palmer diz que problemas no software o impediram de completar mais voltas no primeiro dia de testes de pré-temporada em Barcelona

Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16
Jolyon Palmer, Renault Sport F1 Team RS16

Último colocado no primeiro dia de testes da pré-temporada da Fórmula 1, realizados nesta segunda-feira (22) em Barcelona, Jolyon Palmer revelou que problemas de software limitaram o trabalho a apenas 37 voltas, o que deixou o britânico um pouco frustrado.

"Um primeiro dia desapontador, cheio de desafios. Foram, de certa forma, problemas comuns à estreia, mas sem dúvida teríamos gostado de andar mais. É doloroso, os dias de testes foram reduzidos de 12 para oito e no primeiro deles consegui apenas 37 voltas. Não é o ideal", disse.

"Consegui muita quilometragem com o carro do ano passado e este é uma evolução, então não é tão diferente. Mas não tivemos como testar a performance de maneira alguma. É frustrante, mas tenho mais três dias, é possível completar várias voltas", afirmou Palmer, que diz ainda não saber exatamente quais foram os problemas de software.

"Não foi um problema de motor, mas de software. Se é do software da unidade de potência, ainda precisamos entender. Os rapazes têm trabalhado o dia todo tentando encontrar a raiz do problema. Fizemos alguns progressos durante o dia, talvez consigamos resolver isso em definitivo durante a noite", disse.

Motor mais fraco do que o Mercedes

Tendo feito alguns treinos livres com o carro da Lotus na temporada passada, Palmer falou sobre a diferença entre as unidades de potência da Mercedes - que a equipe utilizou em 2015 - e a da Renault.

"Há diferença - obviamente, este não é tão potente como o Mercedes, dá pra perceber isso. Mas há pontos positivos - a dirigibilidade é boa, os rapazes da Renault têm trabalhado bem neste sentido. Estivemos juntos durante o inverno e eles são muito competentes. Mas no momento, estamos atrás da Mercedes em termos de potência", disse.

Atualizações a caminho

O predecessor do RS16, o Lotus E23, ficou famoso pelas poucas atualizações durante a temporada passada. Como o antigo serviu de base para o novo, Palmer deu a entender que o modelo ainda sofrerá muitas mudanças antes do início do campeonato deste ano, em Melbourne.

"Há muito a caminho. Fizemos uma correria para deixar tudo pronto a tempo, nossos engenheiros fizeram um excelente trabalho dado o tempo que tivemos. Mas ainda há muito o que fazer, então as coisas serão diferentes nos próximos dias, na semana que vem e em Melbourne", completou.

O britânico segue ao volante do RS16 nesta terça-feira, quando então quem assume o carro até o final da primeira bateria de testes é Kevin Magnussen.

Reportagem adicional por Jamie Klein

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