Para chefe do circuito de Barcelona, só "terremoto" impediria GP

Salvador Servia ignora crise e garante que organizadores espanhóis já fazem planos para evento até 2020

GP da Espanha tem contrato até 2016

A saga do futuro das duas corridas espanholas na F-1 ganhou mais um capítulo com a declaração do chefe da pista de Barcelona, Salvador Servia, de que apenas “um terremoto” faria com que a prova não fosse realizada na Catalunha.

O presidente da empresa que rege os direitos comerciais da categoria, Bernie Ecclestone, negocia um acordo para que os GPs de Barcelona e Valência se alternem, nos moldes de Hockenheim e Nurburgring, na Alemanha, após partes de ambos os lados declararem que estão em dificuldades financeiras.

“Só um desastre – como, digamos, um terremoto – é um problema. Esqueça de todos os tumores e manchetes, ainda estamos trabalhando da mesma forma que antes”, afirmou à rádio local Vinilo FM.

Em resposta à recente declaração de Ecclestone de que devem sobrar apenas cinco provas na Europa, Servia insistiu que a Espanha estará entre eles.

“Se houver cinco, então queremos ser um deles, e vamos lutar para isso.”

Garantindo que o atual contrato para a realização do GP da Espanha na Catalunha tem duração até 2016, Servia afirmou que a administração do circuito não recebeu nenhum comunicado acerca de uma possível alternância com a corrida valenciana.

“Estamos aqui, trabalhando para cumprir nosso contrato até 2016 e já pensando em 2020.”

Com o calendário atual de 20 provas, é improvável por questões logísticas que mais corridas sejam adicionadas. No entanto, novos GPs em Nova Jersey e na Rússia estão programados para estrear em 2013 e 2014, respectivamente, o que faz aumentar a pressão de Ecclestone sobre os eventos que atualmente estão em dificuldades.

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