Para Raikkonen, ultrapassagem com DRS é "um pouco ridícula"

Finlandês critica sistema para aumentar número de manobras e diz que não há tanta diferença em andar com o tanque cheio

Kimi Raikkonen testa em Jerez pela Lotus

Os primeiros testes da pré-temporada servem para Kimi Raikkonen se readaptar à F-1 depois de dois anos afastado, como também são úteis para o finlandês se familiarizar com sistemas que não eram usados em 2009, sua última temporada na categoria.

Mas o campeão de 2007 já revelou que não é adepto do talvez mais famoso deles, a DRS. “A maneira como essas asas funcionam é um pouco ridícula para mim. A ultrapassagem não é mais uma grande arte”, afirmou ao Auto Motor und Sport.

Para Raikkonen, o dispositivo torna as manobras fáceis demais.

“Você só abaixa a asa e passa facilmente. O cara da frente não pode fazer nada. Mas concordo que, ao menos, torna o espetáculo melhor.”

Quanto a outra novidade para ele, o fim do reabastecimento, Raikkonen insiste que nada muda do ponto de vista do piloto, ainda que hoje os carros larguem com muito mais combustível.

“Não tem problema, o pit stop só é um pouco mais curto. Pilotar o carro mais pesado não é como o dia e a noite, ainda é o mesmo esporte. Só há alguns botões a mais para apertar no volante.”

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