Parceria Red Bull-Renault teve tetra e crise feia; relembre

compartilhar
comentários
Parceria Red Bull-Renault teve tetra e crise feia; relembre
19 de jun de 2018 16:50

Desde 2007 juntas, marcas fizeram história juntas na F1, mas também trocaram farpas nos últimos anos

 

Galeria
Lista

2007 e 2008 - O início

2007 e 2008 - O início
1/11

Foto de: Sutton Motorsport Images

Depois de ter motores Cosworth e Ferrari em seus dois primeiros anos, a Red Bull trocou de fornecedora para a Renault ao mesmo tempo em que Adrian Newey se juntou à equipe. Os primeiros resultados não impressionaram. Nas duas primeiras temporadas o time só pôde ir ao pódio duas vezes (Europa 2007 e Canadá 2008), no entanto o time guardou sua grande cartada para a mudança de regulamentos de 2009.

2009 - O caminho do sucesso

2009 - O caminho do sucesso
2/11

Foto de: LAT Images

Com carros completamente diferentes, a Red Bull conseguiu fazer o trabalho de Adrian Newey se sobressair. Sem o difusor duplo da Brawn, o carro era o mais forte do grid, e isso ficou claro a partir da metade da temporada, quando seu novo piloto, Sebastian Vettel, passou a vencer corridas com constância. Mark Webber também foi bem, e o time conseguiu terminar como vice-campeão depois de seis vitórias.

2010 - O primeiro título

2010 - O primeiro título
3/11

Foto de: Sutton Motorsport Images

Com a proibição do difusor duplo, a Red Bull provou que tinha o melhor conjunto. Devido a um modo especial do motor Renault, o time fez 15 das 19 poles da temporada. No entanto, a inconsistência era um problema: tanto Vettel como Webber tiveram quebras e incidentes que fizeram o ano ser mais difícil. Mas no fim Vettel conquistou seu primeiro título, na última prova do ano, em Abu Dhabi.

2011 - O bi

2011 - O bi
4/11

Foto de: Andrew Ferraro / LAT Images

Depois dos modos especiais da Renault, Adrian Newey usou sua genialidade para potencializar o ponto forte do carro, criando o difusor soprado. Com o modo especial do motor Renault jogando ar pelo escapamento mesmo quando o piloto não acelerava, o time gerou bastante downforce na traseira e o resultado não podia ser diferente: bicampeonato para Vettel e Red Bull com quatro GPs de antecedência, e poles em 18 das 19 corridas.

2012 - O tri

2012 - O tri
5/11

Foto de: Andrew Hone / LAT Images

Sem o difusor soprado e com limitações nos modos de motor, a Red Bull viveu um ano mais complicado e sendo alvo da desconfiança da FIA e de times rivais quanto à parte traseira do carro e o mapa de aceleração do motor Renault. No entanto, com a ajuda do DRS duplo e de pistas melhores para seu carro no fim do ano, o time venceu quatro vezes seguidas com Vettel e confirmou o tricampeonato mundial de construtores e pilotos.

2013 - O tetra

2013 - O tetra
6/11

Foto de: Andrew Hone / LAT Images

Depois de um início de ano equilibrado, a Red Bull se beneficiou bastante de um novo composto mais duro de pneus da Pirelli na segunda metade do mundial. Isso, aliado ainda a uma mudança de regulamentos grande para 2014, fez Vettel sobrar no fim da temporada e garantir nove vitórias seguidas – um recorde na história da F1. O time e o alemão foram tetracampeões.

2014 - O início do declínio

2014 - O início do declínio
7/11

Foto de: LAT Images

O ano trouxe o início dos problemas de relacionamento da equipe com a Renault. A unidade híbrida tubo V6 francesa não era tão boa quanto a da Mercedes, o que fez o time ter poucas oportunidades de vencer. As poucas oportunidades que o time teve foram aproveitadas por Daniel Ricciardo, que ganhou três provas contra zero de Vettel, que ao fim do ano foi para Ferrari.

2015 - O fundo do poço

2015 - O fundo do poço
8/11

Foto de: Sutton Motorsport Images

O pior ano da parceria Red Bull-Renault. Com muitos problemas no início, o time e a fabricante trocaram farpas pela mídia, enquanto que punições pela falta de confiabilidade da unidade já eram esperadas para o fim do ano. A fraca performance fez a Red Bull ter apenas três pódios em 19 GPs. No fim do ano, sem ter um fornecedor disponível, o time teve que continuar com a Renault, mas rebatizou o propulsor com o nome de sua patrocinadora, a marca de relógios TAG Heuer. A Toro Rosso, que trocou os motores Ferrari pelos Renault em 2014, voltou para o motor Ferrari cliente com um ano de defasagem em 2016.

2016 - Regresso e esperança de melhora

2016 - Regresso e esperança de melhora
9/11

Foto de: Andrew Hone / LAT Images

A Red Bull voltou aos trilhos, com um motor Renault que não era tão bom quanto os Mercedes mas era competente. Substituindo Daniil Kvyat por Max Verstappen no GP da Espanha, o time venceu sua primeira corrida desde 2014, e ainda conseguiu dobradinha na Malásia com Daniel Ricciardo ganhando. Vice-campeã, a equipe tinha esperanças de lutar pelo título em 2017...

2017 - Decepção

2017 - Decepção
10/11

Foto de: Sutton Motorsport Images

Porém, com a falta de confiabilidade do motor Renault e um carro difícil, a Red Bull mais uma vez se viu limitada. Ricciardo e Verstappen sofreram com falhas além da falta de performance, e não conseguiram ameaçar o domínio de títulos da Mercedes apesar de alguns pódios e três vitórias.

2018 - O fim

2018 - O fim
11/11

Foto de: Andrew Hone / LAT Images

Mesmo vencendo duas vezes, a Red Bull se encantou com o início de trabalho da Toro Rosso com a Honda e apostou na fabricante japonesa para sua sequência na Fórmula 1 a partir do ano que vem.

Next article
Honda: Red Bull não terá status de time de fábrica

Previous article

Honda: Red Bull não terá status de time de fábrica

Next article

Renault espera fazer Red Bull “se arrepender” de mudança

Renault espera fazer Red Bull “se arrepender” de mudança
Load comments

Sobre esta matéria

Categoria Fórmula 1