Por dinheiro, Ericsson acha difícil ver F1 na Escandinávia

Piloto sueco vê tradição em península, mas não acredita que prova possa acontecer em breve: “não vejo recursos”

1978. Foi a última vez que a Suécia e a península Escandinava viram um GP de Fórmula 1 em seu território. 37 anos depois, três pilotos oriundos do local estão na categoria. Porém, segundo o sueco Marcus Ericsson, um GP da Suécia não é algo que tenha boa possibilidade de ocorrer.

"Eu não vejo acontecendo por um longo tempo, mas seria legal para o esporte se pudessemos ter uma corrida no norte da Europa", disse à Autosport.

"Temos suecos e finlandeses na F1. Há muita tradição de esporte a motor na Escandinávia. Portanto, ter uma corrida lá seria muito, muito bom. Acho que muita gente iria ver. Mas neste momento, com o dinheiro que custa fazer uma corrida, não vejo um país como a Suécia tendo recursos.”

"Mas eu acho que, com certeza, haveria grande interesse no país."

Quando Ericsson fez sua estreia na F1 com a Caterham em 2014, se tornou o primeiro sueco a disputar um GP desde 1991.

"O apoio que tenho na Suécia é ótimo", disse Ericsson.

"Nós não tivemos um piloto na Fórmula 1 por 23 anos até que cheguei, então agradeço o apoio."

"É muito bom e eu posso ver meus resultados cada vez melhores. Com certeza virá mais gente."

Escreva um comentário
Mostrar comentários
Sobre este artigo
Categorias Fórmula 1
Pilotos Marcus Ericsson
Tipo de artigo Últimas notícias