Raikkonen reconhece dificuldade em conservar os Pirelli

"Se o carro não estiver acertado de maneira correta, não dá para corrigir com a pilotagem", garante o finlandês

Raikkonen fez quatro provas com os Pirelli até aqui

Kimi Raikkonen conquistou um pódio na quarta prova após seu retorno à F-1. Mais do que isso: o finlandês foi segundo colocado na quarta prova em que correu com os complicados pneus Pirelli, com os quais seus rivais têm um ano a mais de experiência.

Não que a caminhada tenha sido simples. Afinal, o piloto da Lotus sentiu na pele os efeitos do que é chamado de ‘precipício’ dos pneus, quando simplesmente a borracha – e, com ela, a aderência – acabam, nas últimas voltas do GP da China, quando caiu de segundo para 14º em uma questão de duas a três voltas.

Raikkonen reconhece que não há muito que o piloto possa fazer para tornar os pneus mais duráveis.  “Você pode fazer pequenos ajustes no acerto. Em certas áreas é possível você ajudar, mas se o pneu acaba, é de uma vez. Não é possível fazê-los durar mais 10 voltas de uma hora para a outra”, afirmou em entrevista acompanhada pelo TotalRace.

Segundo o campeão de 2007, mesmo realizando uma pilotagem mais suave, a tendência é que os pneus percam rendimento.

“Dá para fazer diferença em uma longa sequência de voltas, mas não é algo dramático, são pequenas coisas aqui e ali. Mas se o carro não estiver acertado de maneira correta, não dá para corrigir com a pilotagem. Eles vão acabar em algum momento.”  

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