Raikkonen se diz surpreso com quarto lugar, mas admite que podia mais

Finlandês analisa primeira metade de ano como positiva, enquanto Grosjean lamenta azares e acidentes

Raikkonen e Webber em Hockenheim

 

Vindo de uma terceira posição obtida em Silverstone, Kimi Raikkonen afirmou que jamais esperaria completar a primeira metade da temporada 2012 no "G4".
 
Em sua primeira temporada na F-1 desde que deixou a categoria pela primeira vez, em 2009, o piloto da Lotus Renault conquistou 98 pontos até o momento, e está a 12 pontos de Sebastian Vettel, terceiro colocado na tabela. Para o finlandês, falta chegar uma vitória.
 
"Se você me dissesse em janeiro que seria quarto no campeonato após meio ano, acho que ficaria surpreso. Não é uma posição ruim, mas acho que temos carro para somar mais pontos. Quero vencer e a equipe está se esforçando, então vamos ver como será nossa segunda metade do campeonato", analisa.
 
Já seu parceiro de equipe, Romain Grosjean, não vem tendo tanta sorte. Em muitas corridas, o francês chegou a nem completar as primeiras voltas, mas, mesmo assim, já obteve dois pódios e ocupa a oitava posição no campeonato, com 61 pontos, apenas sete atrás de Jenson Button, o sétimo na tabela.
 
"Não tem sido um ano fácil. Tivemos alguns resultados muito bons e corridas bem ruins. A última prova foi uma das piores, então vamos trabalhar, analisar e tentar entender, mas não quero cometer erros. Ficar fora de confusão em me classificar melhor, esta é a chave. E, a partir daí, podemos ir para frente"
 
Para a corrida deste fim de semana, em Hungaroring ambos concordam que o time precisa evoluir na tomada de tempos, e a Lotus Renault também não ficou parada. "É uma história familiar: precisamos de uma boa performance na classificação. Temos alguns updates chegando, o que são boas notícias", fala Grosjean.
 
"É um dos circuitos onde ultrapassar é muito difícil. Claro, você precisa estar na frente na classificação e evitar a parte suja da pista. Não estamos os melhores nas tomadas de tempos, mas estamos bem nas corridas quentes e capazes de fazer as estratégias diferentes funcionarem. Não será o fim do mundo se não nos classificarmos na frente, mas isso não tornará as coisas mais fáceis", completa Kimi.
 
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