Renault: ainda pagamos o preço das decisões de Briatore

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Renault: ainda pagamos o preço das decisões de Briatore
28 de dez de 2017 13:13

Cyril Abiteboul afirma que fabricante francesa sofre desvantagem por demissões em massa há dez anos

Max Verstappen, Red Bull, meets Flavio Briatore
Cyril Abiteboul, Renault Sport F1 Managing Director in the Press Conference
Carlos Sainz Jr., Renault Sport F1 Team RS17
Flavio Briatore
Nico Hulkenberg, Renault Sport F1 Team RS17
Christian Horner, Team Principal, Red Bull Racing, Cyril Abiteboul, Managing Director, Renault Sport F1 Team, in the FIA Press Conference

O diretor esportivo da Renault, Cyril Abiteboul, afirmou que a fabricante ainda sofre as consequências dos atos do antigo chefe da operação, Flavio Briatore.

A Renault ainda não se encontrou 100% desde que o regulamento técnico de motor sofreu uma grande alteração, em 2014. A marca venceu GPs ao lado da Red Bull, mas não conseguiu se aproximar dos trabalhos feitos por Ferrari e especialmente Mercedes, que enfileirou quatro títulos seguidos desde então.

De acordo com Abiteboul, a gestão de Briatore, que foi até 2009, provocou um grande impacto no funcionamento da fábrica da Renault. “Viry-Châtillon é uma equipe que precisa ser reconstruída, onde todos precisam aprender novamente a trabalhar juntos”, disse Abiteboul à revista francesa Auto-Hebdo.

“Hoje, continuamos a pagar o preço da decisão de Flavio Briatore em 2007, ao demitir centenas de pessoas quando foi decidido que o desenvolvimento do motor seria congelado.”

“Foi uma saída da F1, enquanto que a Mercedes manteve suas atividades, adquiriu a Ilmor e investiu no futuro, o que previu o que aconteceria na F1.”

Contudo, Abiteboul afirmou que vem trabalhando para se recuperar. “Desde que assumi controle, contratei centenas de pessoas a Viry-Châtillon. A estrutura foi obviamente modificada, com a redistribuição de responsabilidades. As pessoas agora trabalham juntas e se entendem sem precisar dizer palavras”, completou.

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