Renault enfrenta seu teste mais difícil ainda no Canadá

Fabricante francesa terá em Montreal seu primeiro teste, após as melhorias de confiabilidade do motor

Diferente do desfecho que teve no ano passado, a Renault terá no Canadá uma "prova de fogo". Após sofrer com a falta de confiabilidade dos motores, a fabricante francesa em melhorias para deixar seus propulsores confiáveis, ao invés de se empenhar no desenvolvimento. 

Ou seja, tanto nos carros da Red Bull e da Toro Rosso, os motores não estão sendo desenvolvidos, como era de se esperar nessa altura do campeonato, pois não adiantar ter um motor potente, se ele não é forte o suficiente para aguentar algumas corridas.

Como o circuito de Montreal tem grandes retas, nas quais exige bastante dos motores, o diretor de operações da Renault, Remi Taffin acredita que o fim de semana não vai ser fácil para a marca e consequentemente para as equipes equipadas com as unidades de potência.

"Nós somos realistas. Nós temos nós temos nos dedicado muito no trabalho de confiabilidade e isso já foi notado nas duas últimas corridas, mas sabemos que Montreal vai ser difícil para nós, no sentido de performance", acredita.

"Sabendo que a alimentação é fundamental, temos que tentar repetir nosso desempenho em Mônaco, no qual a gente foi melhorando um pouco em cada setor", afirma.

Entretanto, as características de Mônaco com as de Montreal são muito diferentes e a Renault também terá que melhorar a potência, sem que isso afete a confiabilidade: "ao contrário de Mônaco, é preciso melhorar no downforce, principalmente para a classificação e corrida", disse Taffin.

 

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Categorias Fórmula 1
Evento GP do Canadá
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