Renault quer usar acordo de motores para trazer jovens à F1

Cyril Abiteboul espera poder utilizar contratos de fornecimento para promover a estreia de membros de seu programa de pilotos a partir de 2020

A Renault planeja utilizar parcerias de fornecimento de motor para promover a entrada de pilotos de seu programa de jovens talentos na F1 a partir de 2020.

Na semana passada, a fabricante confirmou o nome de sete pilotos que irão compor sua academia em 2018. O destaque fica por conta de Jack Aitken, que está em estágio mais avançado de sua carreira. O inglês, de 22 anos, fará sua estreia na F2 nesta temporada, competindo pela equipe ART Grand Prix.

Segundo Abiteboul, a intenção da Renault é usar justamente a proximidade com suas clientes na venda de suas unidades de potência para, posteriormente, trazer um de seus talentos à F1.

“Não há um plano no exato momento, mas, se você olhar para a forma com que você pode chegar à F1, é muito útil usar uma outra equipe para confirmar que um piloto é capaz”, disse o dirigente, em entrevista à emissora inglesa Sky Sports.

“Nosso plano para os próximos anos é muito claro com Red Bull e McLaren, mas algo que estamos levando claramente em consideração é começar a pensar em estratégias de longo prazo para nossa atividade de fornecimento de motores.”

“No momento, temos um legado de quando éramos fornecedora apenas com a Red Bull, mas, enquanto nos preparamos para o próximo ciclo estratégico, precisamos levar isso em consideração. Essa é a meta para a academia: poder trazer um de nossos pilotos à F1 em 2020”, completou.

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