Rosberg teme que relação de marchas complique a vida da Mercedes

Alemão revela que, como time optou por caminho diferente dos demais, pode pagar o preço em Monza

Um fator que pode jogar contra a Mercedes no GP da Itália é justamente um ponto que deu vantagem para Nico Rosberg e Lewis Hamilton no restante do ano: a relação de marchas. O regulamento deste ano prevê que cada equipe escolha uma configuração de câmbio fixa para toda a temporada (com direito a apenas uma mudança, que não pode ser revertida).

[publicidade] A Mercedes optou por uma relação longa de marchas, ou seja, raramente utiliza a última, a oitava. Assim, privilegia a velocidade final em detrimento da reaceleração.

Em Monza, Rosberg revelou que o time percebeu que a configuração não se encaixou muito bem com o circuito.

“Até agora usamos as marchas de Monza. E aqui parece que a sétima e a oitava estão um pouco longas demais. Talvez tenha dado errado. O bom é que, depois de Monza, ainda podemos mudar algo.”

Na Williams, Felipe Massa revelou ao TotalRace que a relação de marchas escolhida pela equipe é tão curta que “usamos a oitava marcha em todas as pistas, até em Mônaco, ainda que por pouco tempo.”

Para o brasileiro, ainda que o caminho da Mercedes seja diferente, isso não será decisivo em Monza. “Existe uma diferença entre a Mercedes e praticamente todas as equipes – pelo menos as que usam o motor deles. Eles têm uma relação mais longa, mas não acho que isso muda muito. É uma diferença pequena, o que conta mesmo é a diferença de um carro em relação ao outro.”
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