Rússia põe terceiro piloto na F1 na atual década; relembre

O país fez sua estreia no grid de largada somente em 2010, mas, desde então, apenas duas tradicionais nações promoveram mais estreantes

A Rússia terá um representante na F1 em 2018. Sergey Sirotkin foi confirmado como parceiro de Lance Stroll na Williams.

A Rússia terá um representante na F1 em 2018. Sergey Sirotkin foi confirmado como parceiro de Lance Stroll na Williams.
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Photo by: Williams

Assim, o país coloca seu terceiro piloto em sua história na categoria. Curiosamente, desde a estreia, em 2010, apenas duas tradicionais nações promoveram mais estreantes.

Assim, o país coloca seu terceiro piloto em sua história na categoria. Curiosamente, desde a estreia, em 2010, apenas duas tradicionais nações promoveram mais estreantes.
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O primeiro piloto russo na F1 foi Vitaly Petrov. Então vice-campeão da GP2 no ano anterior, ele chegou à categoria pela Renault, ao lado de Robert Kubica.

O primeiro piloto russo na F1 foi Vitaly Petrov. Então vice-campeão da GP2 no ano anterior, ele chegou à categoria pela Renault, ao lado de Robert Kubica.
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Photo by: Drew Gibson/LAT

Petrov ficou na equipe por dois anos, o que incluiu um pódio no GP da Austrália de 2011.

Petrov ficou na equipe por dois anos, o que incluiu um pódio no GP da Austrália de 2011.
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Ele também fez um último ano pela Caterham, em 2012. Mas, após três temporadas, sua passagem pela categoria chegou ao fim.

Ele também fez um último ano pela Caterham, em 2012. Mas, após três temporadas, sua passagem pela categoria chegou ao fim.
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A questão é que, neste período, a Rússia havia sido confirmada no calendário da F1 a partir de 2014. Portanto, o país queria contar com um representante na estreia em Sochi.

A questão é que, neste período, a Rússia havia sido confirmada no calendário da F1 a partir de 2014. Portanto, o país queria contar com um representante na estreia em Sochi.
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A Toro Rosso, então, promoveu de forma surpreendente Daniil Kvyat, que havia conquistado o título da GP3 em 2013.

A Toro Rosso, então, promoveu de forma surpreendente Daniil Kvyat, que havia conquistado o título da GP3 em 2013.
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Kvyat pontuou em cinco de 19 etapas e acabou a temporada em 15º. Contudo, com a saída de Vettel para a Ferrari, o russo ganhou uma chance na Red Bull.

Kvyat pontuou em cinco de 19 etapas e acabou a temporada em 15º. Contudo, com a saída de Vettel para a Ferrari, o russo ganhou uma chance na Red Bull.
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Ele ficou por um ano e meio na equipe, com dois pódios (um segundo lugar na Hungria, 2015, e um terceiro na China, 2016).

Ele ficou por um ano e meio na equipe, com dois pódios (um segundo lugar na Hungria, 2015, e um terceiro na China, 2016).
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Porém, Kvyat acabou rebaixado novamente para a Toro Rosso a partir do GP da Espanha de 2016. Ele permaneceu no time até 2017, e, com performances apagadas, foi dispensado.

Porém, Kvyat acabou rebaixado novamente para a Toro Rosso a partir do GP da Espanha de 2016. Ele permaneceu no time até 2017, e, com performances apagadas, foi dispensado.
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Kvyat ganhou sobrevida na F1 ao assinar para atuar como piloto de desenvolvimento e simulador da Ferrari.

Kvyat ganhou sobrevida na F1 ao assinar para atuar como piloto de desenvolvimento e simulador da Ferrari.
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Então, foi a vez de Sirotkin. Terceiro colocado em duas temporadas na GP2, o russo ganhou disputa contra Robert Kubica e será colega de Lance Stroll.

Então, foi a vez de Sirotkin. Terceiro colocado em duas temporadas na GP2, o russo ganhou disputa contra Robert Kubica e será colega de Lance Stroll.
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Na atual década, a Rússia promoveu três pilotos à F1. Apenas França (com cinco) e Reino Unido (com quatro) superaram o número.

Na atual década, a Rússia promoveu três pilotos à F1. Apenas França (com cinco) e Reino Unido (com quatro) superaram o número.
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Photo by: FIA Formula 2
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