Sainz: Confiança na entrada das curvas é o problema em 2018

Espanhol da Renault diz que ainda não se sente bem com o equilíbrio do carro neste início de ano

Depois de um início decente de ano com uma boa performance na Austrália, Carlos Sainz diz ter tido dificuldades para se adaptar ao equilíbrio de sua Renault nas corridas que sucederam a abertura do mundial.

Falando antes do GP do Azerbaijão deste fim de semana, Sainz disse que a principal área onde tem tido problemas envolve a quantidade de velocidade que está sendo comprometida na entrada das curvas.

"A confiança geral com o carro na entrada de curva ainda não está onde precisa estar, e é algo que estamos trabalhando em Enstone", disse Sainz quando questionado pelo Motorsport.com.

"Estamos tendo reuniões e estamos tendo desenvolvimentos para continuar melhorando isso. Provavelmente a Austrália foi o melhor momento da temporada para mim, mas a China não foi ruim."

Ainda falando sobre o tema, Sainz acrescentou: "é algo que o carro teve ao longo das três primeiras corridas. Vimos isso em Barcelona”.

"Na Austrália tive uma base muito boa, e desde então parece que nunca mais tive a mesma sensação. Então é algo que estamos observando, mantendo o trabalho duro. Esperamos que isso volte."

Truques de Hulkenberg

Sainz disse após o GP da China que precisava copiar alguns dos "truques" que o companheiro de equipe Nico Hulkenberg é capaz de fazer com o carro para ganhar velocidade nas classificações.

"Talvez ele esteja lidando muito bem com isso", disse ele. "Ele é um piloto super experiente, super talentoso. É algo que obviamente deve ajudar nisso”.

"Ele é um dos pilotos mais rápidos na Fórmula 1 no momento, eu acho. É a terceira corrida de 21, ainda há 18 para o fim e eu vou continuar trabalhando duro para continuar resolvendo isso e espero que isso aconteça."

Embora Hulkenberg tenha marcado mais pontos até agora nesta temporada, Sainz insiste que não está preocupado.

"Não estamos falando de grandes vantagens", disse ele. "Eu estava provavelmente um passo à frente na Austrália nos treinos, mas ele foi muito bem no Bahrein, como foi no ano passado. Na China era uma diferença de 0s2 que poderia facilmente estar do meu lado ou do dele.”

"Eu não estou muito preocupado e estou trabalhando muito duro. Estive de volta em Enstone antes e depois de quase todas as corridas tentando aprender e tentando analisar tudo. Estou confiante que com muito trabalho e 18 corridas à frente as coisas devem voltar."

Reportagem adicional por Adam Cooper

GP do Azerbaijão: Guia do circuito de Baku 

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